- O governo de São Paulo regulamentou lei que torna obrigatórias salas de regulação sensorial em shoppings do estado.
- As salas visam ajudar pessoas com transtorno do espectro autista e outras condições neurodivergentes a lidar com estímulos como som e luz.
- Devem ser acessíveis, bem sinalizadas e localizadas fora das áreas mais movimentadas, cumprindo normas de acessibilidade.
- Recursos incluem brinquedos interativos, pisos macios e abafadores de ruído disponíveis na sala ou para empréstimo.
- Estabelecimentos com mais de dois mil visitantes diários têm prazo de cento e oitenta dias para se adequarem, com fiscalização do Procon-SP; algumas instituições já adotavam espaços voluntariamente.
O governo de São Paulo regulamentou a lei que torna obrigatória a instalação de salas de regulação sensorial em shoppings do estado. A medida tem como objetivo oferecer espaços seguros para pessoas com transtorno do espectro autista e outras condições neurodivergentes, que costumam enfrentar sobrecarga de estímulos nessas áreas. A regulamentação foi publicada por meio de decreto estadual, com prazos para adequação das empresas.
De acordo com o texto, as salas devem ficar dentro dos shoppings, serem de fácil acesso, sinalizadas e localizadas fora das áreas de maior movimento. As regras incluem normas específicas de acessibilidade, garantindo que qualquer pessoa possa utilizá-las quando necessário.
Os ambientes precisam oferecer recursos como brinquedos interativos, pisos macios e abafadores de ruído disponíveis para uso na sala ou para empréstimo durante visitas. Estabelecimentos com mais de 2 mil visitantes diários terão 180 dias para cumprir as novas exigências legais.
Acompanhamento e cumprimento
A fiscalização ficará a cargo do Procon-SP, que verificará a implantação das salas e o atendimento aos requisitos. Mesmo antes da vigência, algumas instituições já criaram espaços sensoriais voluntariamente para acolher neurodivergentes, ampliando a oferta de ambientes adaptados, como museus.
Essas iniciativas priorizam a redução de estressores sonoros e luminosos, proporcionando maior conforto aos frequentadores. A medida busca ampliar a acessibilidade de shoppings, sem excluir o público que precisa de apoio sensorial.
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