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Réus por chacina em festa infantil são julgados nesta segunda em MG

Sete réus vão a júri por chacina em festa infantil em Ribeirão das Neves, motivada por disputa de tráfico; julgamento ocorre ao longo de três dias

O julgamento, que deve ocorrer ao longo de três dias, acontece no Fórum de Ribeirão da Neves
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  • Sete dos oito réus que participaram da chacina ocorrida em maio de 2024 em uma festa infantil em Ribeirão das Neves vão a julgamento nesta segunda-feira (13) no Fórum da cidade.
  • O processo deve se estender por três dias, com o Tribunal do Júri na comarca de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte.
  • Entre as vítimas da chacina estavam o aniversariante Heitor Felipe, de 9 anos, a menina Laysa Emanuele Pereira de Oliveira, de 11, e o pai de Heitor, Felipe Júnior Moreira Lima, 26.
  • O oitavo envolvido teve o processo desmembrado por motivos de saúde e é apontado como um dos organizadores, com participação no planejamento a partir do sistema prisional onde permanece.
  • A polícia aponta que o crime teve motivação ligada a disputas no tráfico de drogas e acerto de contas na região de Morro Alto, em Vespasiano; o caso envolve ainda desentendimentos entre ex-parceiros de tráfico.

Sete dos oito acusados de participação na chacina ocorrida em uma festa infantil em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, vão a julgamento nesta segunda-feira (13). O crime ocorreu em maio de 2024.

O julgamento, que deve se estender por três dias, ocorre no Fórum de Ribeirão das Neves. A vítima principal era Heitor Felipe, de 9 anos; também morreram a menina Laysa Emanuele Pereira de Oliveira, 11, e Felipe Júnior Moreira Lima, pai de Heitor, 26.

O oitavo envolvido teve o processo desmembrado neste sábado (11) por motivos de saúde, pois segue tratamento de tuberculose. Ele é apontado como um dos organizadores da chacina, participando do planejamento ainda no sistema prisional onde permanece preso.

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, a motivação do ataque foi uma disputa no tráfico de drogas, com acerto de contas na região. Os acusados atuavam na área de Morro Alto, em Vespasiano, onde morava a vítima principal.

Felipe Lima era ex-parceiro de um dos mandantes do tráfico na região, e o desentendimento envolvendo o retorno de um traficante expulso da área teria contribuído para o conflito.

A decisão de levar os acusados ao Tribunal do Júri foi proferida pelo juiz Cleiton Luis Chiodi, do TJMG, em fevereiro deste ano.

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