- Sete pessoas vão a júri popular por chacina durante festa infantil em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
- A audiência ocorre nesta quarta-feira (13) na Vara de Crimes Contra a Vida da comarca de Ribeirão das Neves.
- Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, os réus respondem por homicídio duplamente qualificado, tentativa de homicídio, associação criminosa e porte ilegal de arma.
- A chacina aconteceu na noite de 13 de abril de 2024, na rua João de Almeida, no bairro Santa Tereza; três pessoas morreram e outras ficaram feridas.
- Entre as vítimas estão Heitor Felipe, 9 anos, o pai dele, Felipe Júnior Moreira Lima, 26, e uma prima, 11; feridos incluem uma criança de 4 anos e uma mulher de 29.
Sete réus vão a júri popular nesta quarta-feira (13) por participação na chacina que deixou três mortos e feriu outras pessoas durante uma festa infantil em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A sessão ocorre na Vara de Crimes Contra a Vida da comarca.
Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), os acusados respondem por homicídio duplamente qualificado, tentativa de homicídio, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo. O crime ocorreu na noite de 13 de abril de 2024, na rua João de Almeida, no bairro Santa Tereza.
Duas crianças, Heitor Felipe, de 9 anos, e uma prima, de 11, além do pai dele, Felipe Júnior Moreira Lima, de 26, morreram. Outras vítimas incluem uma criança de 4 anos, atingida na perna, e uma mulher de 29, ferida na perna e no braço. A denúncia aponta participação de facções criminosas na região.
Provas, defesa e andamento do julgamento
Conforme o MP, os réus teriam participado da disputa entre facções, atirando contra os presentes na festa. Os acusados negam as imputações e afirmam não ter envolvimento com o crime. A audiência contará com oitiva de testemunhas e interrogatórios, sob supervisão do juiz da Vara de Crimes Contra a Vida de Ribeirão das Neves.
A sessão é vista como etapa relevante para responsabilizar os envolvidos na chacina, que mobilizou a comunidade e as autoridades locais. O Ministério Público sustenta a acusação com base em relatos, provas periciais e testemunhos coletados durante a investigação.
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