- O Tribunal de Justiça do Mato Grosso condenou Idirley Alves Pacheco, de 40 anos, a 22 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato do ex-jogador Everton Fagundes Pereira da Conceição, conhecido como Everton “Boi”.
- O crime ocorreu em julho de 2025, em Cuiabá, após a vítima manter relacionamento com a ex-companheira do réu.
- A decisão também determina indenização de 60 salários-mínimos à família da vítima por danos morais; crime qualificado por meio cruel e recurso que dificultou a defesa.
- Investigações apontam que o réu era possessivo e ciumento, já tendo registrado boletins de ocorrência e pedido medidas protetivas contra a ex, além de o crime ter sido premeditado.
- Durante o processo, o acusado alega defesa própria, mas a polícia mostrou que a arma pertencia à vítima e que o autor costumava andar armado; ele sustenta que houve acidente de trânsito.
O Tribunal de Justiça do Mato Grosso condenou Idirley Alves Pacheco, de 40 anos, a 22 anos de prisão em regime fechado pela morte do ex-jogador Everton Fagundes Pereira da Conceição, o Everton Boi. O caso ocorreu em Cuiabá, em julho de 2025. A decisão ainda prevê indenização de 60 salários-mínimos às famílias da vítima e a imposição de medidas legais cabíveis.
Segundo a investigação da Polícia Civil, o crime foi planejado após o término de relacionamento entre a ex-companheira de Idirley e Everton. O réu era apontado como possessivo e ciumento, e já havia registrado boletins de ocorrência e solicitado medidas protetivas.
A acusação descreve que a vítima foi assassinada com seis tiros durante o deslocamento em que Everton dirigia o veículo. O suspeito, de acordo com a polícia, buscou ajuda de Everton para ocultar o carro, mas, no trajeto, rendeu a vítima com uma arma e houve colisão do veículo. O réu fugiu após os disparos e, posteriormente, intimidou parentes da ex-esposa.
Relembre o caso
Everton Fagundes Pereira da Conceição, ex-jogador da seleção brasileira de vôlei, tinha 46 anos e foi morto no dia 11 de julho, em Cuiabá. A polícia informou que o relacionamento próximo entre o investigado, a ex-mulher dele e Everton coincidiu com o início do crime.
O inquérito aponta que o autor possuía arma de fogo com frequência e que a arma usada no assassinato não era de posse da vítima, conforme apurado pela perícia. O suspeito foi preso três dias após o atentado, durante interrogatório admitiu a premeditação, alegando acreditar estar vítima de extorsão que não foi comprovada.
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