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Galeria traz peças raras e design contemporâneo de Nova York a São Paulo

Galeria Bossa amplia presença no Brasil, em São Paulo, oferecendo peças raras de design e restauração, conectando tradição artesanal à visão internacional

Tapetes da Beni Rugs integram o portfólio da Bossa — Foto: Divulgação
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  • A galeria Bossa, atuando desde 2017 em Nova York, abriu operação em São Paulo, no bairro Bela Vista, no início de abril.
  • O portfólio traz nomes como Joaquim Tenreiro, Lina Bo Bardi, Carlo Hauner, Martin Eisler e Sergio Rodrigues, além de criadores contemporâneos como Lucas Recchia, India Mahdavi e Domingos Tótora.
  • A expansão paulista ocorreu para aproveitar oportunidade de mercado e infraestrutura logística, com foco em oferecer uma experiência de compra diferenciada. A estreia ocorreu na 22ª edição da SP-Arte.
  • O espaço, com mais de mil metros quadrados na Rua Maria José, 158, divide-se entre o Instituto de Pesquisa e Restauração do Design Brasileiro e um programa curatorial, incluindo um ateliê de restauração.
  • A galeria prioriza móveis e objetos feitos à mão, valorizando artesanato, raridade e qualidade de execução, combinando tradição brasileira e peças internacionais.

A galeria Bossa, com atuação desde 2017 em Nova York, abriu uma unidade em São Paulo, no bairro Bela Vista, no início de abril. O portfólio reúne design e arte com representantes brasileiros e internacionais.

Além de nomes como Joaquim Tenreiro, Lina Bo Bardi, Carlo Hauner, Martin Eisler e Sergio Rodrigues, o espaço paulista traz criadores contemporâneos como Lucas Recchia, Daniel Jorge, India Mahdavi, Juliana Vasconcellos e Domingos Totora. A abertura ocorreu durante a SP-Arte, na última semana.

A expansão para a capital paulista teve como motivação uma combinação de oportunidade de mercado e infraestrutura logística. A gestora Isabela Milagre aponta que a experiência internacional permite oferecer uma experiência de compra diferenciada ao público local.

Espaço e funcionamento

O endereço na Rua Maria José, 158, ocupa mais de mil m² divididos em dois ambientes. Um deles é o Instituto de Pesquisa e Restauração do Design Brasileiro, com ateliê de restauração, e o outro o programa curatorial da galeria.

A proposta é que a exposição seja funcional, não apenas contemplativa. O espaço funciona como laboratório, com recepção, catalogação, restauro e guarda técnica para cada peça, garantindo transparência no processo de produção.

Dessecação de estilo e produção

A curadoria prioriza o feito à mão, mesclando peças brasileiras e internacionais. A ideia é preservar a raridade aliada à maestria na execução, com foco na história de cada objeto e na qualidade de fabricação.

Referências do acervo incluem tapeçarias de lã de Beni Rugs, o uso de rattan por India Mahdavi e o bronze de Lucas Recchia, produzidos com técnicas que valorizam tradição e inovação. A Bossa busca oferecer design com identidade própria e presença de marca global.

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