- Vestígios de sangue na casa de Silvana Germann de Aguiar pertencem a ela e ao pai, Isail Aguiar, conforme a Polícia Civil do Rio Grande do Sul.
- Silvana e os pais estão desaparecidos há mais de 80 dias em Cachoeirinha; o carro dela foi encontrado na garagem, e a chave estava dentro do imóvel.
- O acidente de trânsito citado pela mulher não ocorreu; a perícia aponta ausência de sinais de luta no local.
- O ex-marido de Silvana, Cristiano Domingues Francisco, policial militar, está preso desde o dia 10 de fevereiro; ele é o principal suspeito.
- Três parentes ou pessoas ligadas a Cristiano são investigadas por crimes ligados ao caso, como fraude processual e falso testemunho, além de apuração sobre apagar dados e imagens.
O que aconteceu: vestígios de sangue encontrados na casa de Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, pertencem a ela e ao pai, Isail Aguiar, 69, segundo a Polícia Civil do Rio Grande do Sul. Silvana e os pais somam mais de 80 dias desaparecidos em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O material foi coletado durante perícia no imóvel.
Quem está envolvido e quando: o suspeito é Cristiano Domingues Francisco, ex-marido de Silvana e policial militar, preso desde 10 de fevereiro. A investigação aponta que a família pode ter sido morta, mas os corpos ainda não foram encontrados. Três pessoas ligadas a Cristiano passaram a suspeitas até o final de março.
Onde e por quê: o caso ocorre em Cachoeirinha, onde a família era proprietária de um mini mercado que permanece fechado. A Polícia Civil não descarta lidar com crime grave, mas ainda não houve confirmação de asfixia, ferimentos ou outros indicativos de causa da ausência.
Progresso da investigação
- Diferentes frentes foram abertas: uma parente de Cristiano, profissional de TI, é investigada por apagar dados em dispositivos eletrônicos.
- Outro familiar de Cristiano deletou imagens das câmeras da residência onde mora a mãe dele.
- Ainda há um investigado por falso testemunho, enquanto dois suspeitos respondem por fraude processual.
Linha do tempo relevante
- 24 de janeiro: Silvana publicou em redes sociais ter sofrido um acidente de trânsito durante viagem a Gramado; no dia seguinte também agradeceu por orações. O celular permanece desligado desde então.
- 25 de janeiro: os pais informaram que a filha estaria desaparecida e iniciaram buscas, chegando a registrar o caso na delegacia local. Desde então não houve novo contato.
O que foi encontrado até agora
- Carro da família foi localizado na garagem da casa de Silvana; a chave estava dentro do imóvel.
- Vestígios de sangue foram encontrados em um banheiro e numa área nos fundos da residência. Não há sinais de luta corporal conforme os peritos.
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