- O acesso à rede geral de água atingiu 86,1% das residências do Brasil em 2025, equivalente a 68,3 milhões de domicílios, segundo a PNAD Contínua do IBGE.
- O total estimado de domicílios é de 79,3 milhões, com 11,01 milhões ainda não incluídos na rede de distribuição.
- Há uma diferença significativa entre urbanas e rurais: 93,1% das residências urbanas (70,2 milhões) têm água pela rede, enquanto 31,7% das áreas rurais (9,1 milhões) são atendidas.
- O crescimento em relação a 2016 foi de 0,3 ponto percentual.
- Na região Norte, a menor cobertura é observada em Rondônia (52,3%) e Pará (49,14%), enquanto São Paulo (96,01%) e o Distrito Federal (94,21%) apresentam as maiores taxas.
O acesso à água potável pela rede geral alcançou 86,1% das residências do Brasil em 2025, segundo a PNAD Contínua do IBGE. O país tinha 68,3 milhões de domicílios conectados, em um total estimado de 79,3 milhões de residências. O ganho em relação a 2016 foi de 0,3 ponto percentual.
Ainda segundo o IBGE, cerca de 11,01 milhões de domicílios não estavam incluídos na rede geral de distribuição em 2025. A pesquisa aponta diferenças expressivas entre áreas urbanas e rurais, com maior cobertura nas cidades.
Urbanos versus rurais
Em áreas urbanas, 93,1% dos 70,2 milhões de domicílios tinham acesso à rede, enquanto nas zonas rurais apenas 31,7% dos 9,1 milhões recebiam o serviço.
Regiões com menor cobertura
A Região Norte registra as menores taxas de atendimento: Rondônia tem 52,3% e Pará, 49,14%. Por outro lado, estados com melhor desempenho incluem São Paulo, com 96,01%, e o Distrito Federal, com 94,21%.
A. informação do IBGE destaca ainda que a maior parte da população atendida está em centros urbanos, enquanto comunidades rurais continuam deserts. O levantamento não traz previsões de curto prazo, apenas mostra o cenário de 2025.
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