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Bebê de 1 ano morre após atendimento em UPA no Rio; polícia investiga

Polícia investiga morte de bebê de um ano e meio após atendimento em UPA na Ilha do Governador; família contesta triagem e descreve falhas

Bebê Ayla dos Santos Lahyre de Oliveira foi levada à unidade com desconforto atribuído ao nascimento dos dentes
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  • A morte de uma criança de 1 ano e meio ocorreu após atendimento em uma UPA na Ilha do Governador, Rio, na noite desta quinta-feira, dia 16.
  • Familiares dizem que a bebê foi levada com desconforto atribuído ao nascimento dos dentes e, na triagem, recebeu pulseira verde, sendo classificada como não urgente.
  • Segundo a tia, uma médica informou quadro de infecção generalizada; foram administradas medicações e injeções antes da transferência para outros setores.
  • O pai relata que a filha recebeu várias etapas de atendimento dentro da unidade e morreu após ser encaminhada a outro andar; não teve acesso ao corpo e aguarda encaminhamento ao IML.
  • A Secretaria Estadual de Saúde diz que a criança foi atendida conforme os protocolos; a Fundação Saúde abrirá sindicância para apurar as circunstâncias.

Uma criança de 1 ano e meio morreu após atendimento na UPA Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro. A Polícia Civil investiga o caso, conduzido pela 37ª DP (Ilha do Governador). O ocorrido aconteceu na noite de quinta-feira (16).

Familiares relatam que Ayla dos Santos Lahyre de Oliveira chegou à unidade com desconforto relacionado aos dentes que iriam nascer. Segundo a tia da criança, a triagem a classificou como não urgente, com pulseira verde, por não apresentar febre.

De acordo com a família, uma médica teria informado um quadro de infecção generalizada durante o atendimento. Em seguida, a bebê recebeu medicações e injeções antes de ser transferida para outros setores da unidade.

Em vídeo gravado pelo pai, Andrey Oliveira, ele afirma que a filha estava estável na chegada, brincando no parquinho. Diz que, horas depois, a menina foi levada para salas diferentes e recebeu novas medicações.

O pai conta que a criança foi encaminhada a outro andar da unidade, recebeu uma injeção e soro, mas acabou falecendo. Ele afirma não ter tido acesso ao corpo na UPA e que soube da preparação para o IML.

Familiares também relatam a falta de acompanhamento de assistente social e que ainda não receberam o atestado de óbito. Eles aguardam informações oficiais e desdobramentos do caso.

Responsáveis pela unidade

A Secretaria Estadual de Saúde informou que a direção da UPA Ilha do Governador afirma que a criança foi atendida segundo os protocolos de assistência à saúde. A Fundação Saúde comunicou que abrirá sindicância para apurar as circunstâncias.

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