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Brasil tem 80 milhões de domicílios, aponta IBGE

Brasil chega a 79,3 milhões de domicílios em 2025, alta de 2,6% e queda de moradores por residência, aponta PNAD Contínua do IBGE

Imagem da cidade de São Paulo com horizonte formado por diversos prédios
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  • O Brasil teve crescimento de 2,6% no número de domicílios particulares permanentes em 2025, totalizando 79,3 milhões de residências.
  • Foram acrescentadas 2 milhões de unidades em relação a 2024, com aumento registrado em todas as regiões.
  • A média de moradores por domicílio caiu para 2,7 pessoas, mantendo o patamar de 2024, e é menor que 2016 (quando era 3).
  • Sul liderou o crescimento entre 2024 e 2025, com 4% e 463 mil novas unidades; Centro-Oeste ficou em segundo, com 3,5% (217 mil); Sudeste teve 2,3%.
  • Norte e Nordeste registraram as maiores quedas na média de moradores por residência, de 3,6 para 3,1 (Norte) e de 3,2 para 2,7 (Nordeste) entre 2016 e 2025.

O Brasil registrou crescimento de 2,6% no número de domicílios particulares permanentes em 2025, segundo a PNAD Contínua do IBGE. O total chegou a 79,3 milhões, ante 77,3 milhões em 2024, um acréscimo de cerca de 2 milhões de unidades.

O levantamento aponta expansão em todas as regiões. Domicílios são classificados como casas, apartamentos e habitações em cômodos ou similares. A série mostra ainda que, mesmo com mais residências, a média de pessoas por domicílio caiu para 2,7, nível estável em relação a 2024, porém menor que 3,0 em 2016.

Crescimento regional

A região Sul teve o maior avanço, com 4% a mais, totalizando 463 mil novas unidades. Já a Centro-Oeste registrou +3,5% (217 mil domicílios). O Sudeste teve o menor incremento, de 2,3%, entre 2024 e 2025.

Mudanças no perfil de ocupação

Entre as regiões, as maiores quedas no número médio de moradores ocorreram no Norte e no Nordeste. No Norte, a média caiu de 3,6 para 3,1 pessoa por residência entre 2016 e 2025. No Nordeste, a redução foi de 3,2 para 2,7 pessoas por domicílio no mesmo período.

Panorama temporal e explicações

A expansão do estoque de domicílios ocorre em meio a mudanças na composição familiar e nos padrões de ocupação do espaço. A PNAD Contínua reforça que o crescimento de moradias não está necessariamente acompanhado de maior adensamento, já que a ocupação por residência diminuiu, mesmo com mais imóveis disponíveis.

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