- Em 2025, 86,9% dos domicílios tinham o lixo coletado diretamente por serviço de limpeza, frente a 82,7% em 2016.
- A participação que utiliza caçamba de serviço caiu para 6,2% em 2025, e 6,1% queimavam lixo nas residências no ano passado.
- Regiões Norte e Nordeste tinham 79,3% dos domicílios com coleta direta em 2025; Centro-Oeste, Sul e Sudeste ficaram em 89,5%, 90,6% e 91,1%, respectivamente.
- Queima de lixo alcançou 14,5% na região Norte e 13% no Nordeste, enquanto no Sudeste foi de 2%.
- Entre os estados, mais de 90% dos domicílios recebiam coleta em São Paulo (92,8%), Paraná (92,5%), Goiás (92,2%), Sergipe (90,6%), Santa Catarina (90,3%) e Rio de Janeiro (90,1%); Bahia (79%), Ceará (77,2%), Pará (76%), Piauí (74,2%), Acre (71,9%) e Maranhão (65%) ficaram abaixo de 80%.
Em 2025, o Brasil tinha 86,9% dos domicílios com coleta direta de lixo feita por serviços públicos ou privados especializados. O dado, da PNAD Contínua do IBGE, representa avanço de 4,2 pontos percentuais em relação a 2016, quando 82,7% eram atendidos.
Ainda segundo a pesquisa, 6,1% das residências queimavam lixo no ano passado, ante 7,7% em 2019. Já a participação de caçambas de serviço caiu de 7,7% para 6,2% no mesmo período. Outros destinos de resíduos chegaram a 0,8% em 2025.
A dimensão nacional é acompanhada por mudanças regionais relevantes. Na Norte e Nordeste, 79,3% dos lares tinham coleta direta em 2025. Centro-Oeste, Sul e Sudeste apresentaram patamares mais elevados, acima de 89%.
Variação por região
- Norte: 79,3% de domicílios atendidos pela coleta.
- Nordeste: 79,3% também próxima ao quadro regional.
- Centro-Oeste: 89,5% com coleta direta.
- Sul: 90,6% com coleta direta.
- Sudeste: 91,1% com coleta direta.
Entre os Estados, 6 unidades fecham o quadro com alta cobertura acima de 90%: São Paulo (92,8%), Paraná (92,5%), Goiás (92,2%), Sergipe (90,6%), Santa Catarina (90,3%) e Rio de Janeiro (90,1%). Outros estados apresentaram desempenho inferior a 80%.
Estados com menor cobertura
- Bahia: 79%
- Ceará: 77,2%
- Pará: 76%
- Piauí: 74,2%
- Acre: 71,9%
- Maranhão: 65%
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