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Mãe e filho são indiciados por suspeita de fraude em acidente com Porsche em SP

Mãe e filho são indiciados por fraude processual no acidente com Porsche que bloqueou o túnel Ayrton Senna, em São Paulo; investigação segue em andamento

Momento da colisão entre Porsche e Fiat Palio dentro do túnel Ayrton Senna, na zona sul de São Paulo
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  • A enfermeira Juliana Bezerra da Silva, de 43 anos, e o filho dela foram indiciados pela Polícia Civil de São Paulo por fraude processual, no contexto das investigações sobre o acidente com Porsche que bloqueou o túnel Ayrton Senna, na zona sul da capital, na manhã de segunda-feira, 13.
  • O condutor do Porsche foi indiciado por fraude processual, fuga do local do acidente e dirigir sem habilitação; Juliana responde pela mesma suspeita de fraude processual.
  • Ambos respondem em liberdade; as investigações ocorrem no 36º Distrito Policial (Vila Mariana), com coleta de depoimentos e buscas em curso.
  • A polícia também investiga possível participação do filho da investigada em um suposto racha envolvendo outros dois carros de luxo.
  • Testemunhas afirmam que Guilherme era o motorista do Porsche, enquanto a versão da mãe, que assumiu a direção, contrasta com os relatos de testemunhas.

A Polícia Civil de São Paulo indiciou a mãe, Juliana Bezerra da Silva, 43 anos, e o filho, Guilherme Machado, por suspeita de fraude processual no caso envolvendo um acidente com Porsche no túnel Ayrton Senna, na zona sul da capital, na manhã de segunda-feira, 13. O incidente bloqueou o túnel e mobilizou equipes de resgate.

O condutor do Porsche foi indiciado por fraude processual, fuga do local do acidente e por dirigir sem habilitação. Juliana responde pelos mesmos crimes relativos à fraude processual. Ambos respondem em liberdade durante a investigação.

A apuração, realizada no 36º Distrito Policial, Vila Mariana, segue com coleta de depoimentos e buscas para esclarecer as circunstâncias do acidente e possíveis inconsistências nos relatos. A polícia também investiga a participação de Guilherme em um suposto racha.

Versões divergentes começaram a surgir. Juliana afirmou ter dirigido o Porsche e assumido responsabilidade pela colisão, o que contraria depoimentos de testemunhas que apontam Guilherme como motorista. A mulher disse que perdeu o controle do veículo ao buscar um amigo para irem ao Guarujá.

Testemunhas relataram que Guilherme estaria ao volante no momento do choque, com uma mulher no banco do passageiro. A dupla deixou o local em direções distintas após o acidente, com Guilherme saindo em outro carro. O casal de comerciantes que estava no Fiat Palio relatou ter anotado o telefone das pessoas envolvidas.

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