- Em 2025, dois a cada dez domicílios no Brasil tinham apenas um morador, totalizando 19,7% (8,2 milhões a mais desde 2016).
- O número de domicílios unipessoais quase dobrou entre 2016 e 2025, passando de 7,5 milhões para 15,6 milhões (alta de 109,8%).
- 41,2% dos domicílios unipessoais tinham pessoa com 60 anos ou mais, grupo que representa 16,6% da população.
- 46,8% das residências unipessoais são formadas por pessoas de 30 a 59 anos, faixa que corresponde a 42% da população.
- Entre os arranjos unipessoais, 54,9% são de homens e 45,1% de mulheres; o aumento foi de 114% para homens e 105% para mulheres.
O IBGE divulgou que quase dois a cada dez domicílios no Brasil são ocupados por apenas uma pessoa. Em 2025, 19,7% dos lares estavam nesse arranjo, equivalente a 15,6 milhões de domicílios, um aumento de 7,5 pontos percentuais desde 2016.
O crescimento ocorreu de forma acelerada: entre 2016 e 2025 houve alta de 109,8% no total de arranjos unipessoais, saindo de 7,5 milhões para 15,6 milhões. O número absoluto mais que dobrou nesse período.
A participação varia conforme a idade: 41,2% dos lares unipessoais tinham pessoas com 60 anos ou mais. No conjunto da população, esse grupo representa 16,6%. Entre 30 e 59 anos, 46,8% dos domicílios unipessoais.
Perfil por sexo, idade e região
Entre as mulheres, houve aumento de 105% nos domicílios unipessoais, totalizando 3,6 milhões a mais e representando 45,1% do total. Entre os homens, o ganho foi de 114%, com +4,6 milhões, somando 54,9%.
Em termos de idade, 56,6% dos homens em arranjos unipessoais têm 30 a 59 anos, seguidos por 28,6% com 60 anos ou mais. Entre as mulheres, a maioria está na faixa de 60 anos ou mais, correspondendo a 56,5%.
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