- O Tribunal do Júri de Planaltina condenou cinco réus pela chacina que deixou dez mortos de uma mesma família entre dezembro de dois mil e vinte e dois e janeiro de dois mil e vinte e três.
- As penas somadas chegam a um mil, duzentos e cinquenta e dois anos de prisão.
- O juiz Taciano Vogado ressaltou a individualização das penas e a soberania do júri durante a leitura da sentença.
- O Ministério Público informou que houve provas robustas e que três réus chegaram a confessar os crimes; há possibilidade de recurso pelas defesas.
- O processo segue para a avaliação de desdobramentos dos recursos pelas partes, com atuação da força-tarefa já disponível para analisar os recursos.
O Tribunal do Júri de Planaltina condenou cinco réus pela chacina que matou 10 pessoas de uma mesma família entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, no Distrito Federal. Ao todo, as penas somam 1.252 anos de prisão. A leitura da sentença ocorreu na noite de ontem, após seis dias de julgamento.
O juiz enfatizou o rigor na individualização das penas, que reuniram crimes diferentes para cada réu. A decisão reflete a soma das condenações e o peso da gravidade dos crimes, segundo o magistrado.
O presidente do júri reforçou a soberania do processo, afirmando que a decisão tomada pelos jurados se baseia na convicção interna de cada um. Ele destacou a gravidade do caso para as famílias e para a sociedade.
Para o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o veredito responde à gravidade dos fatos. O promotor Daniel Bernoulli elogiou as provas apresentadas, lembrando que três réus confessaram os crimes.
O promotor Nathan da Silva Neto mencionou que a força-tarefa de investigação foi essencial para o resultado. Ainda não há definição sobre recursos: as partes terão prazo para recorrer, e a força-tarefa deverá avaliar os próximos passos.
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