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Condenados por ataque a Denarc e morte de refém no RS somam 170 anos

Seis homens são condenados pelo ataque a agentes do Denarc e pela morte de refém; penas somam mais de 170 anos de prisão

imagem meramente ilustrativa / Freepik / Porto Alegre 24 horas
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  • Seis homens foram condenados pelo Tribunal do Júri em Camaquã por ataques contra a Polícia Civil e assassinato de um refém durante operação de combate ao tráfico ocorrida em fevereiro de 2022.
  • O grupo utilizava armamento de calibre restrito e atuava em área rural para confronto com facção rival, quando houve tiroteio ao serem identificados pelos policiais.
  • As penas de reclusão variaram entre 39, 38, 37, 33 e 29 anos, com acréscimo de penas acessórias; um sexto envolvido foi absolvido de crime de associação criminosa, mas condenado a um ano de detenção por porte ilegal de arma.
  • Promotores Lucas Codeceira e Fernando Mello Müller destacaram a gravidade da agressão contra servidores do Estado em serviço e a periculosidade do grupo.
  • A condenação é considerada um marco no enfrentamento à violência contra agentes de segurança na região, com uso do refém como escudo na disputa pelo controle do narcotráfico local.

Seis homens foram condenados pelo Tribunal do Júri em Camaquã pela participação em ataque contra a Polícia Civil durante operação de combate ao tráfico de drogas ocorrida em fevereiro de 2022. A ação, no interior do Rio Grande do Sul, terminou com a morte de um refém e disparos contra equipes de investigação.

Segundo denúncia do Ministério Público, o grupo utilizava arma de calibre restrito e aguardava em área rural para enfrentar uma facção rival. Ao serem avistados pelos policiais do Denarc, iniciou-se intenso tiroteio, colocando servidores do Estado em risco durante o cumprimento de ordem judicial.

A atuação dos promotores destacou a gravidade do crime e a periculosidade dos envolvidos. A defesa foi contestada com base nas qualificadoras de homicídio e tentativa de homicídio, além da presença de refém no confronto.

Condenações e penas

Cinco réus receberam penas de 39, 38, 37, 33 e 29 anos de reclusão, com acréscimo de detenção por penas acessórias. Um sexto envolvido, absolvido de crimes mais graves como associação criminosa, foi condenado a um ano de detenção pelo porte ilegal de arma de fogo.

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