- Gideon Batista, 58 anos, foi condenado a 397 anos de prisão no Distrito Federal por liderar o plano que resultou na chacina de dez pessoas de uma mesma família.
- A sentença foi lida em plenário, no Fórum de Planaltina, após cinco dias de julgamento, em regime inicial fechado.
- Os crimes incluem cárcere privado, extorsão mediante sequestro, corrupção de menores e ocultação de cadáver.
- O caso aconteceu entre dezembro de dois mil e vinte e dois e janeiro de dois mil e vinte e três, motivado por disputa de patrimônio e de uma chácara em Itapoã, avaliada em cerca de dois milhões de reais.
- As vítimas foram: Marcos Antônio Lopes de Oliveira; Renata Juliene Belchior; Gabriela Belchior de Oliveira; Thiago Gabriel Belchior de Oliveira; Elizamar da Silva; Rafael, Rafaela e Gabriel; Cláudia da Rocha Marques; Ana Beatriz Marques de Oliveira.
Gideon Batista, 58 anos, foi condenado a 397 anos de prisão em regime inicial fechado por liderar o plano que resultou na morte de 10 pessoas da mesma família no Distrito Federal. A sentença foi lida no plenário do Fórum de Planaltina, após cinco dias de julgamento.
O crime ocorreu entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, motivado por disputa de patrimônio e de uma chácara em Itapoã, avaliada em cerca de 2 milhões de reais. O grupo executou o plano em várias etapas, com cárcere privado e assassinatos coordenados.
Foram identificadas as vítimas: Marcos Antônio Lopes de Oliveira; Renata Juliene Belchior; Gabriela Belchior de Oliveira; Thiago Gabriel Belchior de Oliveira; Elizamar da Silva; Rafael, Rafaela e Gabriel Belchior de Oliveira; Cláudia da Rocha Marques; Ana Beatriz Marques de Oliveira. A execução incluiu roubos, sequestrar e ocultação de cadáver.
Os envolvidos e o que aconteceu
Segundo a investigação, Gideon atuou ao lado de Horácio, Carloman e outros colaboradores, realizando ataques a residências e o cativeiro na região do Vale do Sol, em Planaltina. As vítimas foram mantidas em cárcere privado, torturadas para obter senhas e dados financeiros, e mortas de formas distintas ao longo de três semanas.
Detalhes do julgamento
A sentença atende aos crimes de cárcere privado, extorsão mediante sequestro, corrupção de menores e ocultação de cadáver. A decisão determina a pena máxima para o mentor, apontado como autor intelectual do extermínio familiar. A defesa ainda pode recorrer.
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