Em Alta NotíciasPessoasConflitosAcontecimentos internacionaisPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Penas de três réus em chacina totalizam 555 anos

Condenação de cinco réus pela maior chacina do Distrito Federal soma 1.252 anos; três atuaram em fases do crime, desde rendição até ocultação dos corpos

Fórum de Planaltina, julgamento da chacina de 2023.
0:00
Carregando...
0:00
  • Foram lidas as sentenças de Gideon Batista, Horácio Carlos e mais três réus no Fórum de Planaltina, na noite de sábado, 18 de abril, após cinco dias de julgamento.
  • Carloman da Silva ficou condenado a trezentos e cinquenta e um anos de prisão; Fabrício dos Santos, duzentos e dois anos; e Carlos, dois anos. Juntos, os três soma-ram cincocentos e cinquenta e cinco anos.
  • Ao todo, os cinco réus receberam quarenta e dois mil quinhentos e sessenta e dois anos de prisão em regime inicial fechado.
  • Os condenados atuaram em diferentes etapas do esquema: desde a rendição das vítimas até a vigilância do cativeiro e a ocultação dos corpos; Carloman foi apontado como executor direto, Fabrício cuidou da vigilância e Marcos Antônio trabalhou na logística do crime.
  • O grupo é responsável pela morte de dez pessoas de uma mesma família, configurando a maior chacina da história do Distrito Federal.

O Fórum de Planaltina recebeu as leituras das sentenças no sábado, 18 de abril, após cinco dias de julgamento. A chacina, considerada a maior do Distrito Federal, resultou na morte de 10 pessoas da mesma família. Além de Gideon Batista e Horácio Carlos, houve condenação de outros três réus, ligados ao esquema. As informações são da Polícia e do Ministério Público.

Ao todo, os cinco réus somam 1.252 anos de prisão, em regime inicial fechado. Carloman da Silva terá 351 anos; Fabrício dos Santos, 202 anos; e Carlos, 2 anos. As penas integram o pacote de sentenças atribuídas por homicídios qualificados, sequestro e cárcere privado, extorsão mediante sequestro, ocultação de cadáver e associação criminosa.

Segundo as investigações, três envolvidos atuaram em etapas distintas do crime, desde a rendição das vítimas até a vigilância do cativeiro e a ocultação dos corpos. Carloman é apontado como executor direto, participando de abordagens e contenção das vítimas. Marcos Antônio atuou na logística do crime e no apoio às ações do grupo.

Fabrício integrou o esquema posteriormente, assumindo a vigilância do cativeiro, mas saiu da empreitada antes da conclusão dos crimes. A Justiça manteve a leitura de que o grupo atuou de forma coordenada e premeditada ao longo de semanas, culminando na morte de 10 pessoas da mesma família.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais