- O irmão de Suzane Von Richthofen, Andreas, decidiu não participar do documentário que vai contar a história da irmã.
- Suzane vai se pronunciar publicamente pela primeira vez em muitos anos, em um documentário sobre o crime que cometeu em 2002, quando tinha dezoito anos.
- Ela foi condenada a trinta e nove anos de prisão, cumpriu vinte em regime fechado e hoje está no regime aberto, sendo casada com o médico Felipe Zecchini Muniz e tendo um filho.
- No documentário, Suzane fala sobre o relacionamento com o irmão e o impacto do crime na vida dele; o biógrafo diz que eles eram muito próximos na infância.
- Andreas, doutor em Química Orgânica pela USP, leva vida reclusa e herdou patrimônio dos pais estimado em mais de dez milhões de reais, sem administrar imóveis e correndo o risco de perder alguns por impostos.
O irmão de Suzane Von Richthofen, Andreas, decidiu não participar do documentário que contará a versão de Suzane sobre o crime cometido em 2002. A gravação marca a primeira vez em que Suzane falará publicamente sobre o caso em muitos anos. O projeto pretende mostrar a vida da irmã após a prisão.
Em 2002, Suzane, aos 18 anos, matou os pais, Manfred e Marísia Von Richthofen, com a ajuda do namorado Daniel Cravinhos e do irmão dele, Cristian. Na época, Andreas tinha 14 anos e não tinha conhecimento do plano. O crime teve grande repercussão no país.
Suzane foi condenada a 39 anos de prisão, cumpriu 20 em regime fechado e hoje está no regime aberto. Ela se casou com o médico Felipe Zecchini Muniz e tem um filho de dois anos. O documentário mostrará a vida de Suzane em liberdade, incluindo participação do casal.
Participação do irmão e atualidade
Segundo o colunista Gabriel Vaquer, Andreas decidiu não participar do documentário, uma expectativa dos produtores que não se confirmou. O biógrafo Ullisses Campbell afirma que Suzane aborda o irmão diversas vezes no material, destacando a relação entre ambos desde a infância.
Andreas vive recluso em uma chácara no interior de São Paulo e é o único herdeiro da fortuna estimada em mais de 10 milhões de reais dos pais. Não cuida do patrimônio, com imóveis abandonados e risco de perda por questões fiscais. O caso segue sem registro de encontro entre os irmãos após o crime.
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