- A Administração Federal de Aviação (FAA) investiga um near miss entre dois voos da Southwest em Nashville, no dia 18 de abril, com separação vertical de quinhentos pés.
- O voo 507, vindo de Myrtle Beach, se preparava para aterrissar por volta das 17h30, quando entrou na rota de colisão com o voo 1152, que acabava de decolar para Knoxville.
- As informações indicam que o voo 507 iniciou uma manobra de virada e cruzou o caminho do voo 1152, passando a uma distância vertical de cinquenta pés entre eles.
- A situação ocorreu em meio a ventos fortes na região; a Southwest destacou o profissionalismo das equipes de pilotos e funcionários de voo.
- Ambos os pilotos foram alertados pelo sistema de alerta de colisão no tráfego (TCAS); o voo 507 aterrissou com segurança e o 1152 seguiu viagem, sem feridos.
- A FAA também analisa se o episódio violou uma nova regra, criada após a colisão entre um jato da American Airlines e um helicóptero Black Hawk em 2025, que exige uso de radares para separar aeronaves.
O que aconteceu: a FAA informou que investiga um close call entre dois jatos da Southwest Airlines em Nashville, ocorrida em 18 de abril, quando as aeronaves passaram a 500 pés (aproximadamente 152 metros) em vertical. O incidente ocorreu durante a aproximação de um voo e a decolagem do outro, em condições de ventos fortes na região.
Quem está envolvido: as aeronaves envolvidas são os voos Southwest 507 e Southwest 1152. O 507, vindo de Myrtle Beach, preparava-se para aterrissar em Nashville por volta das 17h30. O 1152 havia recém decolado com destino a Knoxville, Tennessee.
Onde e quando: o evento aconteceu no aeroporto de Nashville International, nos Estados Unidos, no fim da tarde de 18 de abril. O 507 executou uma manobra de go-around após receber instruções do controle de tráfego aéreo que o colocaram no caminho do avião que decolava de uma pista paralela.
Por quê: a FAA investiga para entender se houve falha de separação e se houve necessidade de mudanças operacionais. As duas tripulações foram alertadas pelos sistemas de advertência de evitar colisões. O voo 507 aterrissou sem incidentes, enquanto o 1152 seguiu seu trajeto, sem feridos.
Detalhes do incidente
A Southwest informou que houve ventos fortes na região no momento do close call. A empresa elogiou a atuação dos pilotos e das equipes de voo, ressaltando que a segurança dos passageiros e funcionários é prioridade. A FAA afirmou que as equipes foram avisadas pelos sistemas de Avoidance e que o incidente está sendo analisado sob a nova regra que visa melhorar a separação entre aviões e helicópteros por meio de radares.
Segundo dados de monitoramento de voo, o 507 iniciou uma curva à direita e acabou cruzando o caminho do 1152. A distância vertical de 500 pés foi confirmada por registros de rastreamento de aeronaves. Não houve feridos e nenhum dano relatado.
Contexto regulatório
A investigação ocorre no contexto de uma norma recente, criada após um choque fatal entre um jato da American Airlines e um helicóptero Black Hawk em 2025. A regra exige que os controladores usem radares para manter separação entre aeronaves tripuladas, reduzindo a dependência da separação visual por parte dos pilotos.
Outro incidente recente, envolvendo uma aeronave da United Airlines e um helicóptero de treino militar na Califórnia, também tem sido referência para autoridades. As autoridades afirmam que as situações são avaliadas para evidenciar necessidade de aprimoramentos na gestão do tráfego aéreo.
A FAA mantém a investigação em andamento para esclarecer as circunstâncias, impactos potenciais e possíveis medidas corretivas, sem estimar conclusão no momento.
Entre na conversa da comunidade