- Minas Gerais abriga sessenta e duas unidades de conservação entre estaduais e federais, distribuídas por três biomas, com cinquenta e cinco parques que somam mais de um milhão de hectares abertos à visitação.
- A Reserva da Biosfera da Cordilheira do Espinhaço, reconhecida pela Unesco em dois mil e cinco, mostra como conservação e desenvolvimento podem andar juntos.
- Capitólio destaca-se pelo turismo de natureza, com avanço de pousadas, serviços náuticos e comércio, buscando equilibrar fluxo de visitantes e preservação.
- Em São Roque de Minas, o queijo Canastra, cuja produção é reconhecida pela Unesco em dois mil e vinte e quatro como Patrimônio Cultural Imaterial, integra roteiros como a Rota do Queijo da Canastra.
- Aiuruoca, Carrancas e outros parques, como Serra do Papagaio e Serra da Canastra, combinam trilhas, cachoeiras, turismo rural e bem‑estar, promovendo um modelo sustentável de desenvolvimento.
Minas Gerais aposta na natureza como motor de turismo e desenvolvimento. O Estado abriga 95 unidades de conservação estaduais e 16 federais distribuídas por Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, com 55 parques abertos à visitação, somando mais de um milhão de hectares protegidos.
A Cordilheira do Espinhaço, reconhecida pela UNESCO em 2005, figura entre os principais diferenciais. O programa MaB, da Organização das Nações Unidas, integra áreas estratégicas para proteção ambiental aliada a atividades humanas sustentáveis. O ICMS Ecológico é citado como exemplo de política pública.
Capitólio se tornou polo turístico com cânions e Lago de Furnas. O crescimento do setor impulsionou pousadas, restaurantes e serviços náuticos, ao mesmo tempo em que abriu desafios para manter o equilíbrio com a natureza. A gestão pública atua na organização do uso dos atrativos.
Em São Roque de Minas, a porta de entrada do Parque Nacional da Serra da Canastra, trilhas, cachoeiras e observação de animais atraem visitantes. A produção local de queijo Canastra ganhou reconhecimento da UNESCO em 2024 como Patrimônio Cultural Imaterial.
No entorno de Aiuruoca, o Parque Estadual Serra do Papagaio oferece trilhas, mirantes e experiências de imersão. A região promove turismo de bem-estar, com retiros, yoga e hospedagens voltadas ao descanso, além de iniciativas de agroecologia.
Carrancas figura entre os destinos voltados a cachoeiras e atividades ao ar livre. A organização dos atrativos e a conscientização sobre uso responsável ajudam a manter a atividade turística como fonte de renda local, buscando sustentabilidade.
Além dessas cidades, Minas abriga o Parque Estadual do Rio Doce, a maior áreas contínua de Mata Atlântica no estado, o Parque Estadual do Ibitipoca, conhecido pela beleza, e o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, com relevância ambiental, arqueológica e paisagística.
No conjunto, o Estado busca conciliar conservação ambiental e desenvolvimento econômico, ampliando opções de visitação e fortalecendo comunidades locais. A estratégia envolve parcerias entre poder público, produtores e operadores de turismo de natureza.
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