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Polícia investiga morte de bebê em UPA no Rio; pais denunciam irregularidades

Polícia Civil investiga morte de bebê em UPA da Ilha do Governador; família acusa falhas no atendimento e ausência de explicações

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  • A Polícia Civil investiga a morte de Aylla, menina de um ano e meio, após atendimento na UPA Ilha do Governador, no Rio de Janeiro.
  • Os pais relatam que a criança chegou com dificuldade para se alimentar, supostamente por causa do nascimento de um dente, e que, na triagem, não havia sinais graves.
  • Segundo o pai, Aylla recebeu medicação intravenosa em uma sala isolada e foi amarrada aos pés e às mãos durante o atendimento; ele afirma que não pôde acompanhar a filha em todas as fases.
  • A família afirma não ter recebido explicação clara sobre a causa da morte e que o laudo médico ainda não foi apresentado; também alegam que não houve assinatura do atestado de óbito e que não puderam ficar com o corpo.
  • A investigação está em sigilo; a UPA afirmou que o atendimento ocorreu conforme os protocolos, e a Fundação Saúde anunciou abertura de sindicância para apurar os fatos.

A Polícia Civil investiga a morte de Aylla, uma menina de 1 ano e meio, após atendimento na UPA Ilha do Governador, na zona norte do Rio. A família afirma que a criança chegou com dificuldade para se alimentar, atribuída ao nascimento de um dente pela família.

Segundo o pai, Andrey Duarte de Oliveira, a triagem não indicou gravidade. Foi verificada a pressão e a ausência de febre, recebendo uma classificação de saída. A família diz ter aguardado entre 1 e 3 horas pelo atendimento.

A mãe e o pai relatam que Aylla foi colocada em uma sala sem a presença dos pais, onde teria recebido medicação intravenosa. Dizem que houve aplicação de soro e troca de salas, sem acesso de familiares em momentos cruciais.

A família acusa irregularidades e afirma que não houve assinatura do atestado de óbito, nem acesso ao corpo, que teria deixado a unidade pelos fundos. O caso foi registrado na Polícia Civil, que mantém a investigação em sigilo.

O que diz a UPA

A direção da UPA Ilha do Governador informou que a criança foi atendida conforme os protocolos de assistência. A Fundação Saúde comunicou que abrirá sindicância para apurar os fatos.

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