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Gangue de ladrões de bicicletas ataca no Centro de SP; casos a cada 10 minutos

Quadrilhas em bicicletas operam no Centro de São Paulo, roubando celulares a cada ten minutos, com autoridades prometendo reforço policial.

Reportagem da Globo flagra roubos e furtos de celular no Centro de São Paulo
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  • Ladrões em bicicletas atuam no Centro de São Paulo, principalmente em áreas turísticas como a Pinacoteca e a Estação da Luz, furtando celulares em plena luz do dia.
  • Flagrantes registrados ao longo de abril mostram atuação rápida, com criminosos aproveitando a distração de pedestres; turistas nacionais e estrangeiros são alvo.
  • Em alguns casos, os suspeitos se passam por ciclistas e executam os furtos em poucos segundos; em outros, descartam aparelhos menos valiosos.
  • Dados da Secretaria da Segurança Pública indicam queda de vinte por cento nos roubos de celulares no primeiro bimestre de dois mil e vinte e seis, comparado ao mesmo período de dois mil e vinte e cinco, mas foram registrados mais de oito mil casos no período, equivalentes a uma média de cento e quarenta e três aparelhos por dia.
  • Governo de São Paulo promete reforçar o policiamento no Centro Histórico e orienta vítimas a registrar ocorrência para facilitar investigações.

O que aconteceu novo surge no Centro de São Paulo: serviços de segurança registram flagrantes de furtos e roubos de celulares, praticados por grupos que se deslocam de bicicleta. Os crimes acontecem em plena luz do dia, principalmente em áreas turísticas como a Estação da Luz e a Pinacoteca.

Quem está envolvido são quadrilhas que atuam de forma rápida e organizada. Integrantes observam o movimento, sinalizam a presença policial e executam o furto em segundos. As vítimas incluem turistas brasileiros e estrangeiros. Em alguns casos, itens são abandonados após a prática.

Quando e onde: os furtos ocorreram ao longo de abril, em pontos com grande fluxo de pedestres no Centro, incluindo a região da Pinacoteca e a Avenida Paulista. Em um dos casos, uma visitante do Paraná teve o celular levado ao descer de um carro de aplicativo.

Padrões de atuação e locais de atuação

Criminosos costumam se disfarçar de ciclistas, com roupas esportivas e capacete, o que dificulta a identificação. Além de celulares, há relatos de furtos de itens como correntes de ouro. Em alguns flagrantes, a vítima reage segurando o aparelho para evitar o furto.

Dados oficiais e medidas

Dados da SSP indicam queda de 20% nos roubos de celulares no primeiro bimestre de 2026 ante 2025, ainda assim mais de 8 mil casos registrados no período. Equipes policiais reforçam o policiamento no Centro Histórico e orientam o registro de ocorrências para subsidiar investigações.

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