- Um argentino de 67 anos, José Luis Haile, foi preso em Copacabana após ofensas racistas a uma jovem de 23 anos dentro de um supermercado na Rua Siqueira Campos, na segunda-feira, 20 de abril.
- A vítima, Samara Rodrigues de Lima, aguardava atendimento em uma fila quando houve discussão que culminou em xingamentos de cunho racial.
- A prisão ocorreu no local, após a intervenção de clientes e da Guarda Municipal, que conduziu o suspeito à 12ª Delegacia de Polícia.
- Em depoimento, o homem afirmou morar no Brasil há cerca de dois anos; após audiência de custódia, a prisão foi convertida em preventiva.
- O caso ocorre poucos meses depois de outro episódio envolvendo uma argentina na Zona Sul, Agostina Páez, que também responde judicialmente após críticas a funcionários de bar.
Um argentino de 67 anos foi preso em flagrante após proferir ofensas racistas contra uma jovem de 23 anos em um supermercado de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O incidente ocorreu na Rua Siqueira Campos, na segunda-feira (20/4).
A vítima, Samara Rodrigues de Lima, aguardava atendimento na fila quando houve uma discussão após o homem reclamar da demora no caixa. Durante o desentendimento, o suspeito dirigiu xingamentos de cunho racial contra a jovem.
A ação foi testemunhada por clientes do estabelecimento. Um morador argentino acionou agentes da Guarda Municipal que patrulhavam a região. Os guardas prenderam o homem ainda no supermercado e ele foi encaminhado à 12ª Delegacia de Polícia, em Copacabana.
Em depoimento, o suspeito afirmou residir no Brasil há cerca de dois anos. Após audiência de custódia, a Justiça do Rio converteu a prisão em preventiva, mantendo-o detido.
Caso recente na Zona Sul
O caso ocorre poucos meses depois de outro episódio envolvendo uma argentina na mesma região. Em janeiro, a advogada Agostina Páez foi flagrada em vídeo fazendo gestos racistas contra funcionários de um bar em Ipanema. Ela permaneceu com medidas cautelares por algum tempo e deixou o Brasil após pagamento de fiança, mantendo o andamento judicial.
Fontes: boletim de ocorrência e registros da Polícia Civil.
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