- Catrina é o símbolo da festa mexicana que celebra a morte, o Día de Muertos.
- A tradição é mostrada em diversas regiões do México, com celebrações associadas a rostos pintados, ofertas e desfiles.
- O conteúdo traz imagens de Michoacán, Oaxaca, Quintana Roo, Sayulita, Chiapas, Guerrero, Guanajuato, Mazatlán, Hidalgo, Querétaro, Tabasco e Aguascalientes, entre outras localidades.
- As fotos destacam diferentes cenários da celebração, incluindo eventos culturais e manifestações populares.
- A reportagem reúne registros visuais para ilustrar a diversidade regional da comemoração.
O Dia dos Mortos, celebrado no México, destaca pela figura da Catrina, símbolo que acompanha as festividades. A imagem da mulher esquiva e elegante tornou-se referência cultural na difusão das tradições. A celebração ocorre entre 1º e 2 de novembro, em todo o país.
A Catrina foi criada no início do século XX por artistas mexicanos como uma crítica social, transformando-se em ícone da cultura popular. Hoje, ela encarna a aceitação da morte como parte da vida, presente em altares, desfiles e decorações.
As festas incluem visitas a cemitérios, oferendas com comidas típicas e símbolos como calaveras e papel picado. Comunidades de várias regiões exibem altars coloridos e roupas temáticas, mantendo viva a memória de entes queridos.
Diversas cidades do México organizam eventos públicos para explicar o significado das tradições. Embora cada região tenha suas particularidades, a mensagem central permanece: a morte é celebrada, não temida.
Entre os elementos mais comuns estão as oferendas com comidas favoritas dos falecidos, velas, fotografias e objetos pessoais. A estética colorida reforça a ideia de que a vida continua de alguma forma após a perda.
Em diferentes estados, festivais, exposições e apresentações fomentam o turismo cultural. O legado da Catrina atravessa fronteiras, influenciando manifestos artísticos e celebrações em comunidades mexicanas e latino-americanas.
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