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Ex-jogador Marcelinho Carioca acusa advogada de não repassar valores de ação

Caso envolve apropriação de quase R$ 500 mil após vitória na ação; depósito foi feito na conta da advogada sem repasse ao ex-jogador

Ex-jogador Marcelinho Carioca acusa advogada de não repassar valores ganhos de ação na Justiça
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  • O ex-jogador Marcelinho Carioca acusa a advogada Fernanda Alves de não repassar valores ganhos em ação na Justiça, com débito inicial de quase R$ 500 mil.
  • Marcelinho também relembra investimento na década de noventa em empresa suspeita de pirâmide; o grupo faliu deixando dívidas de milhões aos investidores.
  • Ele afirma não ter sido informado sobre o recebimento de quase R$ 500 mil após vencer a ação contra a massa falida da empresa; extrato aponta depósito em janeiro do ano passado em conta da advogada.
  • O caso foi registrado como apropriação indébita e evoluiu para inquérito policial, após o ex-noivo da advogada ter procurado Marcelinho.
  • Fernanda Alves nega a prática, informou que o depósito entrou no escritório sem identificação; o valor de R$ 429 mil foi depositado em juízo na conta do jogador em março, já com honorários descontados, e Marcelinho aguarda o recebimento do montante integral.

O ex-jogador Marcelinho Carioca acusa a advogada Fernanda Alves de não repassar valores ganhos em uma ação judicial. O débito inicial seria próximo de 500 mil reais, segundo o relato do atleta. A acusação envolve, ainda, danos ligados a uma empresa suspeita de pirâmide.

Segundo Marcelinho, houve duas fases de prejuízo. A primeira, relacionada a um investimento na década de 1990 em uma empresa que faliu, deixando investidores com dívidas. A segunda envolve o recebimento via ação judicial contra a massa falida da empresa, que não foi repassado ao atleta.

O dinheiro supostamente não repassado foi descoberto após o ex-noivo da advogada procurar o atleta. O caso foi registrado como apropriação indébita e encaminhado a um inquérito policial, com Marcelinho também apresentando representação à Ordem dos Advogados do Brasil em fevereiro.

Conforme a defesa de Marcelinho, o extrato da ação aponta o depósito de quase 500 mil reais em janeiro do ano anterior em uma conta ligada à advogada. A advogada afirmou que o valor foi creditado sem identificação no escritório, e que, por isso, não houve aviso prévio. O comprovante, segundo ela, estava no nome do atleta.

A advogada depositou o montante em juízo, já descontados os honorários. Ela nega a prática de apropriação indevida e informou que o depósito foi feito após a entrada de recursos na conta do escritório, não havendo identificação do destinatário. Marcelinho continua buscando receber o valor integral da ação.

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