- O Dia Mundial do Livro foi criado pela Unesco em 1995 para celebrar a leitura e os direitos autorais.
- Em celebração, a data incentiva a leitura com indicações e atividades ao redor do tema.
- Rabat, no Marrocos, foi escolhida como Capital Mundial do Livro deste ano.
- A cidade sediará iniciativas para alfabetização e fortalecimento da indústria editorial, abrigando a terceira maior feira internacional de livros da África.
- Foram sugeridas seis obras para ler no Dia Mundial do Livro: O livreiro de Gaza; A biblioteca de Stalin; Tinta invisível; O Professor de Auschwitz; Histórias Miseráveis; Jovens Malditos.
O dia 23 de abril é marcado pela data de falecimento de grandes nomes da literatura. Em 1995, a UNESCO oficializou o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais para incentivar a leitura em todo o mundo. Este ano, Rabat, no Marrocos, foi escolhida como Capital Mundial do Livro. No ano anterior, a cidade premiada foi o Rio de Janeiro.
A capital marroquina vai sediar uma série de iniciativas para ampliar a alfabetização e fortalecer a indústria editorial local. Rabat abriga a terceira maior feira internacional de livros da África e recebe um crescente número de livrarias, com 54 editoras na cidade.
O objetivo das celebrações é estimular o acesso à leitura e apoiar o crescimento econômico sustentável do setor, com atividades que envolvem escolas, bibliotecas e produtores de conteúdo. A organização também destaca a importância dos direitos autorais para autores locais e internacionais.
Indicações de leitura para celebrar o Dia Mundial do Livro
O livreiro de Gaza, de Rachid Benzine, traduzido por Sofia Soter (Intrínseca). A obra acompanha a história de um fotógrafo que registra Gaza e encontra um livreiro que revela a força dos livros em tempos de conflito.
A biblioteca de Stalin, de Geoffrey Roberts (Matrix). O estudo analisa como a coleção de Stalin moldou o poder e o pensamento do ditador, com uma classificação que abrangia filosofia, história e política.
Tinta invisível, de Javier Peña (Instante). Ensaio-literatura sobre perda, escrita e o poder transformador das histórias, explorando a relação entre memória e ficção.
O Professor de Auschwitz, de Wendy Holden (Rocco). Biografia de Fredy Hirsch, docente que protege crianças em um campo de extermínio, mantendo uma escola improvisada.
Histórias Miseráveis, de José Castello (Maralto). Crônicas que observam a vida urbana com tom autobiográfico, explorando infância, rua e relações humanas.
Jovens Malditos, de M. A. Bennett (Plataforma 21). Romance de horror gótico contemporâneo que coloca jovens artistas frente a pressões de uma instituição que quer torná-los monstros.
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