- Um ex‑empregado da cave “Plaisir du vin”, em Agen, Lot‑et‑Garonne, foi colocado em guarda à vista por furto de vinho.
- O prejuízo estimado pela empresa é de 200 mil euros.
- O funcionário, que atuou por mais de vinte anos, afirmou ter furtado várias garrafas de vinho e de champanhe durante o período em que trabalhou no estabelecimento.
- A denúncia foi registrada pela direção em julho de 2025; a condenação pode ocorrer em 12 de outubro, em uma audiência de reconhecimento de culpa.
- O caso é comparável a um episódio ocorrido em agosto de 2024, envolvendo o furto de cerca de 500 mil euros em vinhos na Bourgogne.
Um ex-funcionário de uma cave localizada em Agen, no Lot-et-Garonne, foi colocado em garde à vue por furto de vinho no estabelecimento onde trabalhava. O prejuízo estimado pela direção chega a 200 mil euros, segundo o proprietário, que prefere manter o anonimato.
O funcionário, com mais de 20 anos de serviço, reconheceu às autoridades ter furtado diversas garrafas de vinho e de champanhe durante longos períodos em que atuava na cave. O montante do roubo foi calculado pela gerência com base nos itens desaparecidos ao longo do tempo.
A empresa, chamada Plaisir du vin, registrou a ocorrência em julho de 2025 e acompanhou as investigações conduzidas pela polícia. A comissão de defesa ainda não foi divulgada, e o processo segue sob análise para uma condenação futura, com uma audiência marcada para 12 de outubro, referente a um acordo de reconhecimento de culpabilidade.
O caso em Agen é lembrado por analogia a um episódio ocorrido na Bourgogne, em que um funcionário de vários domaines foi acusado de levar cerca de 500 mil euros em vinhos, incluindo exemplares da Côte de Nuits. O episódio de Agen reforça a preocupação com furtos em estabelecimentos do setor vitivinícola.
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