- Um casal de advogados foi abordado por ladrão armado na avenida Juriti, em Moema, zona sul; Luciano Teixeira dos Santos, 46, morreu ao tentar intervir; o roubo foi interrompido.
- No mesmo dia, a guarda-civil metropolitana Sara Andrade dos Reis, 34, foi morta a tiros em acesso da rodovia dos Imigrantes para o viaduto Matheus Torloni, na Água Funda; arma e celular foram roubados.
- Três dias antes, o motorista de aplicativo Alison Oliveira de Jesus, 42, morreu ao intervir em roubo de moto na Vila Calu; ele atropelou os ladrões, mas foi assassinado.
- As ocorrências elevam o número de latrocínios na zona sul a quatro em quatro dias, igualando o total registrado em dois meses na cidade, segundo dados do governo.
- O secretário-executivo da Secretaria de Segurança Pública informou que uma força-tarefa foi criada para identificar e prender os criminosos, com uso de câmeras e aumento de presença policial nas áreas mais afetadas.
Um latrocínio em Moema, zona sul de São Paulo, marcou o fim de um final de semana violento na cidade. Um homem tentou impedir um assalto a um casal que seguia para a igreja pela avenida Juriti. O criminoso atirou e a vítima Luciano Teixeira dos Santos, 46 anos, morreu no Hospital São Paulo.
O caso ocorreu na manhã de domingo. O casal de advogados foi seguido por criminosos armados; o ladrão fugiu após a intervenção de Luciano. A região também registrou um arrastão na mesma manhã, destacando a sensação de insegurança local.
Na sequência, a Guarda Civil Metropolitana foi alvo de novo tiroteio na capital. Sara Andrade dos Reis, 34, morreu em frente ao acesso da rodovia dos Imigrantes. Ela saía de Diadema para o Jabaquara. Um celular e a arma foram roubados durante o crime.
A três dias do ocorrido em Moema, um motorista de aplicativo morreu ao tentar intervir em outro roubo na Vila Calu. O homem atropelou os assaltantes, mas foi executado com um tiro na cabeça. Os autores escaparam e não foram localizados até a última atualização.
O secretário-executivo da Segurança Pública disse que as polícias Civil e Militar atuam para identificar e prender os criminosos. Uma força-tarefa foi criada, com uso de câmeras e mapa de calor para orientar ações. A presença de motocicletas e patrulhas ampliadas foi debatida pela corporação.
Movimento social e comércio local
Moradores e trabalhadores relatam sensação de insegurança crescente na região. Comerciantes destacam a frequência de furtos e roubos, com impactos no movimento e na rotina de entregas. A comparação de frequência com meses anteriores evidencia gravidade regional.
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