- O parto ocorreu por volta das 12 horas de 23 de maio de 2025, em um hospital no bairro José de Anchieta, em Colatina (Espírito Santo, ES), com queimaduras graves na gestante de 18 anos durante a cesariana.
- Foi registrado um foco de incêndio próximo à paciente durante a intervenção; as chamas foram controladas e o recém‑nascido não se feriu.
- A mãe foi transferida para um hospital especializado em queimados na Serra e permaneceu internada por 26 dias, sem poder amamentar.
- A Polícia Civil concluiu que dois médicos obstetras, de 41 e 51 anos, agiram com negligência, imprudência e imperícia, contribuindo para o fogo e as lesões.
- O inquérito foi encaminhado à Justiça, e a vítima continua em recuperação, necessitando de cirurgias reparadoras futuras.
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Dipo de Colatina, concluiu o inquérito sobre lesões de uma gestante durante uma cesariana realizada em 23 de maio de 2025, em um hospital no bairro José de Anchieta, em Colatina. O parto registrou um foco de incêndio próximo à paciente, que teve queimaduras graves. A mãe foi transferida para um hospital especializado na Serra e ficou 26 dias internada.
A vítima, 18 anos, não pôde amamentar durante o período de internação e ficou afastada do recém-nascido, que não teve ferimentos. O desempenho da equipe cirúrgica foi alvo de apuração pelas autoridades, com foco nos cuidados durante a cesariana.
O relatório aponta responsabilidade de dois obstetras, com 41 e 51 anos, por negligência, imprudência e imperícia. Segundo a investigação, os médicos não seguiram protocolos técnicos essenciais, contribuindo para o incidente e as queimaduras.
Falhas técnicas e indiciamento
O inquérito foi encaminhado à Justiça para as providências cabíveis. A vítima permanece em recuperação e deverá passar por cirurgias reparadoras devido à extensão das lesões. A conclusão do caso não implica em decisão final, cabendo ao poder judiciário avaliar as evidências.
Situação atual
A Polícia Civil registrou os indícios para fundamentar as medidas legais futuras. O estado de saúde da gestante exige acompanhamento médico contínuo e novas intervenções para reparos estéticos e funcionais. A investigação continua sob responsabilidade do Ministério Público.
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