- A Polícia Federal deflagrou, na manhã de quinta-feira (23), a operação Atestado Viciado para desarticular um esquema de fraude previdenciária envolvendo atestados médicos falsos para obter benefícios do INSS.
- A investigação começou a partir de uma notícia-crime encaminhada pela Polícia Civil, com base em boletim de ocorrência de um médico que relatou o uso indevido de sua assinatura em atestados apresentados ao INSS.
- A PF aponta a atuação de um intermediário que recrutava interessados, orientava requerimentos e facilitava a obtenção de atestados falsos, cobrando valores pelos serviços e, em alguns casos, ficando com parte dos benefícios.
- Ainda não há estimativa de quantos atestados falsos foram emitidos ou comercializados até o momento.
- Os envolvidos podem responder por estelionato previdenciário, com penas máximas somadas de até 11 anos e 1 mês de reclusão.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira a operação Atestado Viciado, que mira um esquema de fraude previdenciária baseado no uso de atestados médicos falsos para obter benefícios do INSS. A ação tem como objetivo neutralizar a prática e identificar responsáveis.
A investigação teve início a partir de uma notícia-crime encaminhada pela Polícia Civil, após um médico registrar o uso indevido de sua assinatura em atestados apresentados ao INSS. O esquema envolvia um intermediário que captava interessados, orientava requerimentos, providenciava ou intermediava atestados falsos e cobrava pelos serviços.
Detalhes da operação
Os agentes cumprem mandado de busca e apreensão na casa do investigado, no bairro Suíssa, em Aracaju, com apoio da Seção de Inteligência da Previdência Social em Sergipe (SIPS/SE). Não há, no momento, estimativa oficial de quantos atestados falsos foram emitidos ou comercializados.
Os envolvidos podem responder pelo crime de estelionato previdenciário. As penas máximas somadas podem chegar a 11 anos e um mês de reclusão.
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