- A segunda fase da Operação Fake PF foi deflagrada nesta quinta-feira, em São Paulo, com a prisão de um suspeito por se passar por policial federal para aplicar golpes em empresários.
- Dois integrantes da mesma quadrilha permanecem foragidos e são investigados por estelionato, segundo a Polícia Federal.
- O golpe consistia em oferecer oportunidades falsas de anúncio em uma revista digital da polícia que não existiu, com site oficial falso e uso de emblemas da PF.
- Durante a operação, foram apreendidos 320 mil reais e 60 mil dólares, além de veículo, computadores, celulares e documentos, totalizando mais de 620 mil reais em dinheiro.
- Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão temporária e cinco de busca e apreensão em endereços de São Paulo; os investigados podem responder por estelionato digital, associação criminosa e uso indevido de símbolo público.
A segunda fase da operação Fake PF foi deflagrada nesta quinta-feira em São Paulo. Um homem foi preso, suspeito de se passar por agente da Polícia Federal para aplicar golpes em empresários. Dois integrantes da mesma quadrilha continuam foragidos.
O esquema consistia em oferecer falsas oportunidades de anúncio em uma revista digital da PF que nunca existiu. Os criminosos, fingindo ser policiais, ligavam para empresários cobrando valores para patrocinar o suposto periódico. Havia até um site oficial falso que ostentava emblemas da PF e reproduzia informações reais sobre operações.
A prisão ocorreu como parte de ações da PF após a segunda fase da operação. Na primeira etapa, deflagrada em janeiro, três pessoas já haviam sido presas, todas em São Paulo. A investigação envolve crimes de estelionato digital, associação criminosa e uso indevido de símbolo público.
Durante a operação, foram apreendidos cerca de 320 mil reais e 60 mil dólares em espécie, totalizando mais de 620 mil reais em dinheiro. Também foram apreendidos um veículo, computadores, celulares e documentos. Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão temporária e cinco de busca e apreensão em endereços na capital paulista, conforme a PF.
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