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Sentença do pai que jogou o filho da ponte é anunciada

Tiago Felber, pai do menino Theo, enfrenta júri popular por homicídio qualificado e tentativa de homicídio; julgamento ainda não tem data

Foi revelado o que vai acontecer ao pai Tiago Felber
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  • Tiago Felber, 40 anos, jogou a criança da ponte do Rio Vacacaí, em São Gabriel, Rio Grande do Sul.
  • A criança, de cinco anos, não resistiu ao ato.
  • O crime ocorreu em março de 2025 e teve motivação de vingança contra a ex-esposa, Abigail Luísa Ferreira.
  • O suspeito enviou uma mensagem de voz para Abigail dizendo que havia feito “uma loucurinha”.
  • O juiz pronunciou Tiago Felber para julgamento pelo júri popular, pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado e homicídio qualificado, com diversas circunstâncias qualificadoras; data do julgamento ainda não foi marcada.

Foi revelado o desfecho do caso envolvendo Tiago Ricardo Felber, 40, que lançou o filho Theo, 5 anos, da ponte do Rio Vacacaí, em São Gabriel, RS. Theo não resistiu aos ferimentos. O crime ocorreu em março de 2025.

Na ocasião, o pai afirmava ter agido para se vingar da ex-companheira, Abigail Luísa Ferreira, mãe da criança. O casamento deles terminou no fim de 2024. Theo estava com a mãe, mas foi passar alguns dias com o pai, próximo ao aniversário dele.

Após o ato, Tiago enviou uma mensagem de voz à mãe, com tom de celebração da ação. O conteúdo foi utilizado como elemento para a continuidade das investigações. O crime levou Tiago à prisão.

O Ministério Público informou que Tiago Felber será levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, por tentativa de homicídio qualificado e homicídio qualificado. Serão consideradas várias circunstâncias qualificadoras, como motivo torpe, meio cruel, asfixia, traição, dissimulação e dano a menor de 14 anos, além de vínculo familiar.

A defesa e a vítima tiveram atuação representada pela advogada Anne Victória da Rosa Ganguilhet, que confirmou a pronúncia para júri popular. A decisão aponta indícios suficientes de autoria e materialidade dos crimes narrados na denúncia, assegurando o devido processo legal, contraditório e ampla defesa.

Mãe de Theo desabafa um ano após a morte do filho, destacando a saudade que persiste. Abigail afirma que o amor pela criança permanece, mesmo com a ausência física, e que a memória do filho guia seus dias e suas escolhas.

Segundo a manifestação da advogada de Abigail, a decisão judicial reforça a gravidade dos fatos e a necessidade de apreciação pelo Conselho de Sentença, mantendo o foco na verdade real e na justiça para Theo.

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