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Val Marchiori fala sobre fadiga oncológica e o cansaço extremo no câncer

Val Marchiori relata fadiga oncológica intensa durante a radioterapia, destacando impacto físico e emocional no tratamento do câncer de mama

Val Marchiori em 12ª sessão de radioterapia | Foto: Reprodução/Instagram
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  • Val Marchiori, 51 anos, segue em radioterapia após concluir quimioterapia para câncer de mama.
  • Ela relatou fadiga extrema após a 12ª sessão, com sensação de exaustão que limita movimentos básicos.
  • O diagnóstico ocorreu em agosto, em mamografia de rotina no Hospital Albert Einstein; cirurgia e quimioterapia foram concluídas até fevereiro.
  • A fadiga oncológica difere do cansaço comum: não passa com sono e envolve esgotamento físico e mental durante o tratamento.
  • Manejos sugeridos incluem descanso, hidratação, alimentação leve e prática física suave, conforme orientação médica.

Val Marchiori relata fadiga oncológica durante a radioterapia. A socialite de 51 anos descreve cansaço extremo após a 12ª sessão, em tratamento contra o câncer de mama. O relato ocorre após concluir quimioterapia e seguir com radioterapia iniciada em abril.

A empresária contou, pelas redes, que a exaustão a impede de realizar movimentos básicos. Ela descreve o sintoma como algo que o corpo não obedece, algo “estranho, duro e real”, alterando a percepção sobre o tratamento.

O diagnóstico ocorreu em agosto, após mamografia de rotina no Hospital Albert Einstein. Desde então, Val passou por cirurgia e finalizou a quimioterapia em fevereiro deste ano.

O que é a fadiga oncológica

Especialistas explicam que a fadiga oncológica difere do cansaço comum, não cessando com sono. Trata-se de uma exaustão física e mental associada ao combate ao câncer e aos tratamentos.

A radioterapia, iniciada em abril, contribui para esse efeito acumulativo no organismo. O processo de reparação celular demanda muita energia, agravando o desgaste ao longo das sessões.

Val destacou a empatia necessária para quem enfrenta a doença sem apoio. “Hoje senti na pele o que é a fadiga oncológica, e isso muda tudo”, afirmou, reforçando a necessidade de reconhecer o sintoma.

Como identificar e gerenciar a fadiga

O corpo pode sinalizar dificuldade em tarefas simples. A socialite incentiva a não subestimar a fragilidade imposta pela doença e a buscar apoio adequado.

Medidas para amenizar o desconforto incluem descanso periódico, hidratação, alimentação leve e atividade física suave, conforme orientação médica, para melhorar o bem-estar durante a radioterapia.

Importância do diagnóstico precoce e do apoio

O tumor de Val foi descoberto em exame de rotina, destacando a importância da prevenção. A divulgação ressalta a necessidade de apoio emocional de familiares e amigos durante o tratamento.

A experiência de Val também evidencia a dificuldade de deslocamentos para tratamentos longos, comum entre pacientes que percorrem grandes distâncias para realizar a terapia.

Dicas para manter a saúde emocional

Aceitar ajuda, manter diálogo aberto com o médico, viver o presente e buscar grupos de apoio são orientações mencionadas para sustentar a saúde emocional durante a jornada terapêutica.

A radioterapia é uma etapa dura, mas essencial para a cura. Ouvir o corpo, segundo especialistas, é o primeiro passo para atravessar o tratamento com mais qualidade de vida.

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