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Caso de falsificações de Robert Indiana encerra com acordo de US$102 milhões

Júri de Nova York condena publicador a 102,2 milhões de dólares por falsificações de obras de Robert Indiana, encerrando processo de oito anos

View of Robert Indiana's iconic *LOVE* sculpture at Rockefeller Center in New York, 2023.
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  • Ações de direitos autorais e de falsificação envolvendo obras de Robert Indiana foram encerradas com um acordo de 102,2 milhões de dólares, segundo o New York Times.
  • O júri em Nova York concluiu que o editor Michael McKenzie criou versões não autorizadas e alteradas de obras de Indiana, incluindo o clássico LOVE.
  • A Morgan Art Foundation processou McKenzie, afirmando violação de direitos e danos à reputação e ao mercado do artista.
  • O veredito encerra um caso de oito anos; Indiana faleceu em 2018 aos 89 anos, e a ação foi movida contra o executor da herança e o cuidador de longa data.
  • Além de LOVE, o veredito abrange obras como The Ninth American Dream (2001), USA FUN (1965) e BRAT. McKenzie pode recorrer.

A Morgan Art Foundation venceu a ação contra o dramaturgo e editor de arte Michael McKenzie, encerrando um processo de oito anos sobre alegadas fraudes envolvendo a obra de Robert Indiana. O Veredicto veio de um júri de Nova York, que reconheceu violações de direitos autorais e de autenticidade. A decisão envolve várias peças da série Love, além de obras como The Ninth American Dream, USA FUN e BRAT.

A comarca julga que McKenzie produziu versões não autorizadas e alteradas de trabalhos de Indiana, afetando a reputação do artista e seu valor de mercado. A Morgan Art Foundation recebeu 102,2 milhões de dólares em danos. O advogado de McKenzie, Nicole Brenecki, informou que a defesa avaliará recursos.

O caso teve início antes da morte de Indiana, em 2018, aos 89 anos, quando a fundação processou o executor da estate, James W. Brannan, e o cuidador Jamie Thomas, sob a acusação de explorar o artista. Em 2021, a fundação já havia acordo parcial com Brannan e Thomas.

O processo ampliou o foco para obras de Indiana vendidas como autênticas, com envolvimento de terceiros na cadeia de distribuição. Em paralelo, o legado de Indiana ganhou novas exposições globais, incluindo Milão, Veneza e Nova York, ampliando a visibilidade de suas obras e de sua organização de gestão de acervo.

A Morgan Art Foundation e a Star of Hope Foundation, que cuida da casa do artista em Maine, trabalham para transformar o espaço antigo em centro público. As fundações mantêm direitos sobre parte do acervo deixado por Indiana e recebem royalties sobre vendas de obras.

A Pace Gallery passou a representar globalmente a Robert Indiana Legacy Initiative, criada para cuidar do legado do artista. A iniciativa foi lançada para fortalecer a preservação das obras e a gestão de arquivos, consolidando parcerias com instituições de arte.

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