- A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) deflagrou, na manhã de 27 de abril, uma operação contra uma organização criminosa que aplicava golpes digitais usando maquininhas de cartão.
- Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em áreas nobres da capital Fluminense; os suspeitos foram presos na Zona Sul do Rio e na Baixada Fluminense.
- A polícia apreendeu pistola, dois simulacros, cerca de R$ 8 mil, mais de vinte maquininhas de cartão e inúmeros cartões em nomes de terceiros.
- As investigações começaram em 2025, após uma vítima relatar ter sido enganada por meio de chats nas redes sociais ao buscar atendimento da empresa.
- O esquema usava maquininhas de diferentes operadoras para processar os valores dos golpes e repassava parte via PIX para contas de terceiros, dificultando o rastreio; um investigado disse ser dono de oito maquininhas usadas numa casa de shows no Recreio dos Bandeirantes.
Na manhã desta segunda-feira (27/4), a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) deflagrou uma operação contra uma organização criminosa que promovia golpes digitais utilizando maquininhas de cartão. Os investigados foram alvo de mandados de busca e apreensão em áreas nobres da capital fluminense, incluindo a Zona Sul e a Baixada Fluminense.
Ao todo, foram apreendidos itens que ajudam a compor o esquema: uma pistola, dois simulacros, cerca de R$ 8 mil, mais de 20 maquininhas de cartão e inúmeros cartões cadastrados em nomes de terceiros. A ação foi iniciada após uma vítima registrar o golpe ocorrida por meio de chats nas redes sociais.
A PCRJ informou que a tática envolvia induzir as vítimas a erros com falsas informações, levando-as a realizar transferências para as contas dos criminosos. As maquininhas eram de diferentes operadoras e serviam para processar os valores obtidos com os golpes.
Desdobramentos da investigação
Durante depoimento, um investigado afirmou ser proprietário de oito maquininhas utilizadas em uma casa de shows no Recreio dos Bandeirantes. O esquema também incluía repasses por PIX para contas de terceiros, dificultando o rastreamento dos recursos.
Segundo a polícia, as investigações continuam para identificar demais envolvidos e esclarecer a origem dos valores apreendidos. Não houve informações sobre detidos adicionais ou prisões em outras localidades.
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