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Rodovia de 724 km no norte do Canadá, rota de isolamento entre florestas

Cassiar Highway, com setecentos e vinte e quatro quilômetros, na Colúmbia Britânica, oferece isolamento extremo, estrada estreita sem sinal e passagem por habitat de ursos e alces

Rodovia de mais de setecentos quilômetros que atravessa o território selvagem do norte canadense – Créditos: depositphotos.com / pictureguy
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  • A Cassiar Highway, também conhecida como Highway 37, fica na Colúmbia Britânica, no Canadá, e tem 724 quilômetros entre Kitwanga e a junção com o Yukon, ligando ao Alasca como rota de isolamento total.
  • A via é de infraestrutura básica, com tráfego reduzido, asfalto estreito e trechos sem acostamento; o sinal de celular é inexistente na maior parte do trajeto.
  • Passa pelo habitat de ursos pretos, ursos pardos, alces e caribus; entardecer e amanhecer são os períodos mais críticos para a fauna cruzar a pista.
  • Em comparação com a Alaska Highway, a Cassiar é mais direta, isolada e cênica, enquanto a outra rota costuma ter tráfego comercial e visuais mais abertos.
  • Planejamento é essencial: postos de combustível são distantes e podem fechar; é recomendável levar suprimentos, galões de combustível de emergência e pneus de reserva, com paradas como o Boya Lake Provincial Park.

A Cassiar Highway, rodovia 37, cruza o norte selvagem da Colúmbia Britânica, no Canadá, com 724 quilômetros de extensão. A via é apresentada como uma rota de isolamento total na América do Norte, ligando Kitwanga ao Yukon.

A estrada atravessa florestas densas e montanhas, sem grandes centros urbanos ao longo do trajeto. O sinal de celular é praticamente inexistente na maior parte do percurso, exigindo planejamento e autonomia dos viajantes.

Comparativo de rotas ao norte do continente

A Cassiar Highway é a opção mais cênica e rústica para chegar ao Yukon e ao Alaska, em comparação com a Alaska Highway, que é mais movimentada e urbana. A diferença de cenário afeta o conforto, a infraestrutura e o tempo de viagem.

A via é marcada por asfalto estreito, trechos sem acostamento e poucas marcações centrais. A estrada funciona como expedição, com condições que exigem cautela e preparo do viajante.

Pontos geográficos e paradas ao longo do trajeto

Não há grandes cidades ao longo da Cassiar. Existem comunidades de Primeiras Nações e antigos acampamentos de mineração. Parques glaciais protegem a natureza ao longo do eixo rodoviário.

  • Extensão: 724 quilômetros, ligando Kitwanga à junção com o Yukon.
  • Parada obrigatória: Boya Lake Provincial Park, famoso por águas verdejantes.
  • Desvio cênico: rota para Stewart e Hyder, no Alasca.
  • Velocidade: vias com buracos e pavimento irregular reduzem a velocidade média.

O Parks Canada monitora as reservas ao longo da via, enquanto a infraestrutura local é marcada pela ausência de grandes centros. Em caso de necessidade, guinchos e atendimentos podem levar mais de 24 horas em áreas remotas.

Logística de combustível e suprimentos na floresta

Postos de combustível são espaçados por centenas de quilômetros e podem fechar à noite. Motoristas devem levar galões de emergência, pneus de reserva adequados e suprimentos de água e comida. Ferramentas básicas de mecânica ajudam na autonomia.

O vídeo de Adventures of A+K ilustra uma travessia pela Stewart-Cassiar Highway, destacando lagos de águas cristalinas como o Boya Lake e a beleza da região.

Recompensa e percepção da rota mais selvagem

A viagem oferece uma imersão na natureza intacta, com paradas em lagos refletivos e geleiras ao redor. A Cassiar representa, para muitos viajantes, uma fronteira pouco explorada do continente, válida para quem busca isolamento e paisagens extremas.

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