- A Polícia Civil, com o Ministério Público do estado, deflagrou uma operação contra o CV no Rio de Janeiro nesta terça-feira (28).
- Entre os alvos estão Joab da Conceição Silva (Joab), Thiago Barbosa Conrado (Taz) e Carlos Henrique Santos de Araújo (CH).
- Mandados de prisão e de busca e apreensão são cumpridos no Rio, em Duque de Caxias, Cabo Frio e Paraty; até o momento, sete pessoas foram presas.
- Investigadores apontam extorsão de moradores por meio da monopolização de serviços de internet ligados à facção nas comunidades Rua Sete, Rasta e Vila Urussaí, em Duque de Caxias.
- Além de extorsão, há indícios de roubos de veículos e cargas e de esquema de lavagem de dinheiro; a ação envolve cerca de cento e vinte policiais, com apoio de departamentos especializados.
Um grupo do CV (Comando Vermelho) responsável por extorquir moradores de comunidades do Rio de Janeiro é alvo de uma operação da Polícia Civil, realizada na manhã desta terça-feira (28). A ação é em conjunto com o Ministério Público estadual.
Entre os alvos estão Joab da Conceição Silva, conhecido como Joab, Thiago Barbosa Conrado, o Taz, e Carlos Henrique Santos de Araújo, o CH.
Mandados de prisão e de busca e apreensão são cumpridos no Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Cabo Frio e Paraty. Até o momento, sete pessoas foram presas.
Quem são os investigados
Os investigadores apontam Joab, Taz e CH como lideranças do tráfico da facção em diversas regiões. As investigações indicam que o trio monopolizava serviços básicos para impor controle territorial.
Os promotores apontam que as ações teriam relação com extorsão de moradores, por meio da obrigatoriedade de contratação de serviços de internet ligados à facção.
Onde a ação ocorre
As operações contemplam áreas da cidade do Rio e da Baixada Fluminense. Entre os bairros atingidos com mandados estão Rua Sete, Rasta e Vila Urussaí, em Duque de Caxias.
Além de Davos, equipes também atuam em Duque de Caxias, Cabo Frio e Paraty, com o objetivo de desarticular o esquema de extorsão.
O que envolve o esquema
Segundo as apurações, o grupo mantinha um esquema sistemático de extorsão. Moradores eram pressionados a contratar serviços de internet associados à facção para financiar crimes e ampliar o domínio territorial.
Além da extorsão, há suspeitas de envolvimento com roubos de veículos, de cargas e com atividades de lavagem de dinheiro, segundo a polícia.
A ação mobilizou cerca de 120 policiais civis, com apoio do DGPC, DGPI e Core, para cumprir os mandados e cumprir as prisões.
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