- Gabriel, 18 anos, morreu depois de ser atingido por um carro enquanto fazia entregas na zona norte de São Paulo; a família afirma que o motorista apresentava sinais de embriaguez.
- Segundo a família, o motorista se recusou a fazer o teste do bafômetro e o exame de sangue; o veículo tinha documentação irregular e a habilitação estaria vencida.
- Testemunhas relatam que o motorista tentou sair do local sem prestar socorro; a Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente.
- A família relembra tragédia semelhante: o pai de Gabriel morreu em 2011, atropelado por motorista embriagado; o acusado, após pagamento de fiança, respondeu em liberdade.
- A mãe de Gabriel cobra prisão do responsável e uma investigação rigorosa, dizendo que espera justiça pela vida do filho e lembrando a dor da perda anterior.
Gabriel, de 18 anos, morreu após ser atingido por um carro enquanto fazia entregas na zona norte de São Paulo. Segundo a família, o motorista estaria embriagado e não prestou socorro ao acidente. O laudo policial aponta sinais de embriaguez, mas a família afirma que o motorista se recusou a fazer o teste do bafômetro e o exame de sangue.
A mãe, Aparecida Simone da Silva, contou ao SBT que recebeu a informação de policiais na residência antes de confirmar a gravidade no hospital. O jovem sofreu múltiplas fraturas e não resistiu. A família também diz que o veículo apresentava documentação irregular e que o condutor estava com a habilitação vencida.
Testemunhas relatam que o motorista tentou deixar o local sem prestar socorro. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente e as ações do motorista, incluindo a verificação de crimes anteriores e eventual reincidência.
A tragédia de Gabriel reacende uma dor antiga na família. Em 2011, o pai dele, que era gari, morreu atropelado por um motorista embriagado durante o expediente. O acusado pagou fiança e respondeu em liberdade, segundo relatos da família.
A família afirma que o pai também foi vítima de falhas no cumprimento da lei. Hoje, eles buscam justiça e esclarecimentos sobre o que houve com Gabriel, ressaltando a necessidade de responsabilização do motorista.
Segundo familiares, a dor é ainda maior pela sensação de injustiça que persiste desde o caso de 2011. A família aguarda os desdobramentos da investigação para entender por que o motorista não recebeu as medidas cabíveis.
A polícia intensifica as investigações para esclarecer as circunstâncias do acidente, incluindo a verificação de sinais de embriaguez, conduta do motorista após a colisão e a regularidade documental do veículo.
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