- Um grupo de vereadores, o Coletivo JuntOz, protocolou ação no Ministério Público de São Paulo para investigar a prefeitura de Osasco pela descarte de cerca de 40 mil livros da Biblioteca Monteiro Lobato.
- A justificativa é a alegação de que o acervo estaria mofado, levando ao descarte por suposta infecção fúngica.
- Os autores da representação pedem laudo técnico para comprovar a contaminação, além da lista detalhada das obras descartadas e do plano de reposição.
- Também solicitam laudo pericial urgente do material descartado e resgatado para verificar a infecção e a possível origem.
- O texto solicita a instauração imediata de inquérito civil público para apurar a responsabilidade do prefeito Gerson Pessoa e dos secretários da Secretaria de Cultura.
Um grupo de vereadores de Osasco protocolou uma ação no Ministério Público de São Paulo para investigar a prefeitura pela retirada de cerca de 40 mil livros da Biblioteca Monteiro Lobato. A justificativa dada é que o acervo apresentava mofos.
O Coletivo JuntOz pede apuração de possível negligência com o patrimônio cultural do município, majoritariamente composto por doações. A representação também aponta crime contra o patrimônio público, caso confirmadas irregularidades.
Os parlamentares solicitam que a prefeitura apresente laudo técnico comprovando a contaminação fúngica dos livros descartados, a lista detalhada das obras enviadas ao lixo e o plano de reposição. Além disso, requerem laudo pericial urgente do material descartado.
Solicitações ao Ministério Público
O grupo pede a instauração imediata de inquérito civil público para apurar a responsabilidade do prefeito Gerson Pessoa e dos secretários municipais responsáveis pela Secretaria de Cultura. A ação também requer que o MP avalie medidas para resguardar o patrimônio cultural do município.
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