- Cordões de identificação têm ganhado uso para facilitar o reconhecimento de pessoas com deficiências, especialmente aquelas não visíveis, em espaços públicos e privados.
- O cordão com estampa de girassol é regulamentado pela Lei nº 14.624, de julho de 2023, e indica condições como autismo, surdez, diabetes e limitações cognitivas.
- O cordão com o símbolo do infinito colorido foi criado pela comunidade autista e representa a neurodiversidade, buscando substituir o quebra‑cabeça tradicional.
- O símbolo do quebra-cabeça, comum desde a década de 1960, ainda é amplamente utilizado, mas gera debates entre parte da comunidade autista que não se identifica com sua origem.
- Existem também cordões com inscrições como “Autismo”, “Mãe de autista” e “Pai de autista”, que permitem identificação indireta em situações em que a pessoa não usa o acessório.
O uso de cordões de identificação para pessoas com deficiências vem ganhando mais espaço no Brasil. Servem para facilitar o reconhecimento em ambientes públicos e privados, especialmente quando a deficiência não é visível. Os acessórios são usados no pescoço e trazem símbolos que indicam condições específicas, buscando ampliar acesso a direitos e atendimento prioritário.
Entre os símbolos mais conhecidos está o cordão com estampa de girassol, regulamentado pela Lei nº 14.624, de julho de 2023. Ele identifica pessoas com deficiências ocultas, como autismo, surdez, diabetes, asma e limitações cognitivas. A finalidade é reduzir a necessidade de explicações frequentes.
Outro símbolo de uso crescente é o cordão com o desenho do infinito colorido. Criado pela comunidade autista, ele representa a neurodiversidade e busca substituir o quebra-cabeça, com cores que refletem a diversidade no espectro. O infinito é reconhecido internacionalmente pelo movimento de aceitação e conscientização.
Símbolos e significados
O cordão com o símbolo de quebra-cabeça, um dos mais antigos, surgiu na década de 1960 para representar a complexidade do TEA. Ainda amplamente conhecido, ele gera debates entre pessoas que não se identificam com sua origem histórica.
Alternativas e usos práticos
Existem cordões com inscrições como Autismo, Mãe de autista e Pai de autista. Esses modelos permitem identificação indireta da condição, especialmente quando a pessoa não se sente à vontade para usar o acessório. A finalidade é promover inclusão e reduzir constrangimentos.
Contexto de atuação
O objetivo central é assegurar direitos e facilitar atendimento, como filas preferenciais e serviços prioritários, contribuindo para a participação plena das pessoas com deficiência em espaços públicos. A adoção dos cordões é marcada pela busca de inclusão e respeito.
Entre na conversa da comunidade