- Dois residentes de New Jersey, Erwin Bankowski (50) e Karolina Bankowska (26), se declararam culpados em tribunal federal em Brooklyn por fraude eletrônica e representação falsa de bens de origem nativa americana.
- Eles admitiram participar de um esquema de obras de arte falsificadas que durou anos e envolveu mais de duzentas peças, avaliadas em pelo menos 2 milhões de dólares.
- As obras foram vendidas como se fossem de artistas renomados, como Warhol, Picasso, Banksy e Fritz Scholder.
- Os defendants criavam histories de propriedade, selos de galeria falsos e certificados de autenticidade para dar aparência de legitimidade às obras.
- A pena pode chegar a até 20 anos de prisão, com restituição de pelo menos 1,9 milhão de dólares; o caso também envolve acusações relacionadas à má representação de bens produzidos por povos nativos.
Dois residentes de Nova Jersey, pai e filha, se declararam culpados em Tribunal Federal em Brooklyn por um esquema de arte falsificada que movimentou pelo menos 2 milhões de dólares. Eles admitiram conspiração de fraude eletrônica e de representação falsa de bens de origem nativa americana.
Entre 2020 e 2025, Erwin Bankowski, de 50 anos, e Karolina Bankowska, de 26, enviaram mais de 200 obras trocadas a galerias e casas de leilão dos EUA, apresentando-as como obras de artistas consagrados, incluindo Warhol, Picasso, Banksy e Fritz Scholder.
Os acusados criaram histórias de propriedade falsas para as obras, afirmando que passaram por coleções privadas ou galerias inexistentes, para dificultar a verificação por parte de compradores. Também fabricaram carimbos de galerias e certificados de autenticidade.
Em alguns casos, os certificados foram produzidos com livros antigos e papéis envelhecidos, com o intuito de dar aparência de documentação histórica. A defesa de oficiais cita que a fraude envolveu a atribuição a artistas nativos americanos, elevando o peso de acusações federais adicionais.
As autoridades destacaram que o golpe vai além do prejuízo financeiro, atingindo artistas nativos americanos e o mercado cultural como um todo. A investigação sinaliza um foco contínuo do governo nesse tipo de violação de autenticidade.
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