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Brasil retorna ao Mundial do Queijo em imagens

Sul do Brasil domina o Mundial do Queijo do Brasil, com a Possamai no topo; prêmio inédito valoriza queijos feitos por mulheres.

Só queijo
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  • O Mundial do Queijo do Brasil premiou a queijaria Possamai (Santa Catarina) como o melhor queijo do mundo, seguida pelo Bacchus (Ateliê Lotschental) e Passionata (Queijaria Flor da Terra, Paraná).
  • O prêmio Raquel Cattani, de melhor queijo feito por mulher com leite da fazenda, ficou com o queijo guacuri da Queijaria Laghi & Tosi, produzido por Marina Laghi Tosi ( Cabreúva, SP).
  • Kennidy de Bortoli, de Toledo, PR, venceu o concurso de melhor queijeiro, com asassistentes Isabelli Passos e Nayara Scherpinki; a queijaria Flor da Terra também ficou em terceiro no ranking geral de queijos.
  • O concurso de melhor fondue do Brasil foi vencido por Raquel Chapchap, representando o Brasil no Mundial de Fondue da Suíça em 2027.
  • O evento contou com degustações, incluindo queijos indianos, e teve público profissional estimado em 2.700 pessoas em quatro dias, com comitiva da Guilde Internationale des Fromagers presente.

O Mundial do Queijo do Brasil, maior evento de queijos da América do Sul, ocorreu no Teatro B32, em São Paulo, com rounds que revelaram os melhores itens e profissionais do setor. A edição ocorreu a cada dois anos e reuniu produtores, jurados e público técnico ao longo de quatro dias de atividades. O objetivo foi valorizar a produção regional e promover debates sobre o setor.

A região Sul levou vantagem no ranking principal, com a Queijaria Possamai, de Santa Catarina, em primeiro lugar. Em segundo ficou o queijo bacchus do Ateliê Lotschental, e em terceiro, o passionata da Queijaria Flor da Terra, ambas do Paraná. A premiação reforçou o protagonismo de produtores gaúchos, catarinenses e paranaenses no torneio.

Feito por elas foi uma das novidades da competição. O prêmio Raquel Cattani homenageou uma produtora com leite da fazenda, reconhecendo a diversidade de gênero no setor. O queijo guacuri, da Queijaria Laghi & Tosi, fabricado por Marina Laghi Tosi, foi o vencedor e recebeu destaque no palco do evento.

O concurso de melhor queijeiro também teve destaques, com Kennidy de Bortoli e as assistentes Isabelli Passos e Nayara Scherpinki, da Flor da Terra (Toledo, PR). Além do troféu principal, o trio conquistou o 3º lugar geral na competição de queijos. As equipes mostraram técnica e criatividade no desafio.

Outra vitória importante foi no mejor fondue do Brasil, promovido com parceria entre a Academia da Cerveja, a Abracerva e o Consulado Suíço. Raquel Chapchap levou o prêmio e terá a oportunidade de competir no Mundial de Fondue da Suíça em 2027, direto na final.

As degustações, com harmonizações de queijos, atraíram grande público, incluindo uma comitiva indiana que apresentou queijos exóticos como leite de iaque e chhurpi. O público profissional estimado chegou a 2.700 pessoas em quatro dias de evento, com auditório do B32 sempre lotado.

Participação internacional

A presença da Guilde Internationale des Fromagers foi determinante, com uma comitiva de 20 membros de França, Reino Unido, Suíça, Holanda e Suécia. Liderada pelo presidente Roland Barthélemy, a guilda realizou cerimônias de abertura e encerramento e integrou mais de 20 novos membros no Club Brasil da instituição.

Os eventos no espaço histórico da Praça da Baleia reforçaram o caráter internacional da mostra, com trajes inspirados na tradição de comerciantes de queijo da Paris medieval. Além disso, a organização informou a continuidade de intercâmbios técnicos e culturais entre produtores brasileiros e mercados externos.

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