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Família de Tupac Shakur entra com novo processo por homicídio culposo

Família de Tupac Shakur entra com ação por homicídio culposo, buscando responsabilizar cúmplices não identificados e indenização pela morte do rapper

Tupac Shakur em 1994
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  • A família de Tupac Shakur entrou com um processo por homicídio culposo em Los Angeles, alegando conspiração para assassinato envolvendo mais do que uma retaliação por uma briga anterior.
  • O processo aponta que ainda existem indivíduos envolvidos no homicídio há trinta anos não responsabilizados e busca indenização pela morte do rapper.
  • Segundo o documento, há depoimentos recentes do grande júri sobre a prisão de Duane “Keefe D” Davis e cita o documentário da Netflix, Sean Combs: O Acerto de Contas, que contém uma gravação de interrogatório em que Davis afirma que Combs ofereceu um milhão de dólares para matar Tupac. Combs negou as acusações.
  • O processo lista 99 cúmplices não identificados que seriam alvo de informações por meio do processo de descoberta de provas, destacando que muitos indivíduos ainda não tiveram seus papéis determinados.
  • A ação ocorre de forma separada do processo criminal contra Davis, preso em Nevada com julgamento previsto para dez de agosto de 2026; Davis está ligado ao tiroteio de Tupac em Las Vegas, segundo promotores, enquanto ele nega o envolvimento.

Em Los Angeles, uma ação civil por homicídio culposo foi movida pela família de Tupac Shakur. A ação aponta uma conspiração para assassinar o rapper, envolvendo mais do que retaliação por um desentendimento anterior. A data de referência é setembro de 2026, markando 30 anos desde a morte.

O processo, obtido pela Rolling Stone, cita depoimentos recentes do grande júri sobre a prisão de Duane “Keefe D” Davis, em 2023, e menciona um documentário da Netflix que traz uma gravação de interrogatório. Nele, Davis teria alegado ter recebido oferta de um milhão de dólares para atentar contra Tupac.

A queixa acusa que várias pessoas já faleceram ou são difíceis de identificar, mas afirma que ainda existem envolvidos não responsabilizados há três décadas. Também aponta 99 cúmplices não identificados para fins de descoberta de provas.

Contexto atual

Davis permanece preso, com julgamento marcado para 10 de agosto de 2026, na Penitenciária Estadual de High Desert, Nevada. O processo criminal trata de acusações separadas das qualificações do caso civil apresentado em Los Angeles.

Os promotores sustentam que Davis ocupava o Cadillac branco que parou ao lado do veículo de Tupac em 7 de setembro de 1996, próximo ao MGM Grand, em Las Vegas, e efetuou quatro disparos. Davis nega participação, mas há registros que contradizem sua versão, incluindo trechos de um livro de memórias.

A defesa de Tupac aponta que a ação civil busca esclarecer responsabilidades em uma conspiração de maior amplitude. A queixa detalha que o objetivo é obter indenização pela morte do artista, sem comprometimento com julgamentos criminais já existentes.

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