- Pesquisa Datafolha coloca a Renner como líder na categoria lojas de departamentos em São Paulo, com nove vitórias em nove edições.
- No levantamento deste ano, 14% dos paulistanos mencionaram a rede, índice que sobe para 18% entre as mulheres.
- O projeto sustentável é o “Projeto Florestas de Algodão”, criado em 2018, em Santo Antônio do Leverger (MT), em parceria com Farfarm e a UFMT.
- O algodão é cultivado em sistema agroflorestal, aliado a árvores nativas e frutíferas, com compra garantida pela Renner para incentivar a produção.
- Em quatro hectares de agroflorestas produtivas, foram colhidos 514,6 quilos de algodão; a meta é reduzir 55% das emissões por peça até 2030 e, até lá, usar matérias-primas mais sustentáveis em todas as peças.
A Renner lidera o ranking de lojas de departamentos em São Paulo, segundo o Datafolha. Em nine edições da pesquisa O Melhor de São Paulo Serviços, a marca acumula nove vitórias consecutivas. Em 2025, 14% dos moradores citaram a rede de forma espontânea, subindo para 18% entre as mulheres.
O destaque vai para o Projeto Florestas de Algodão, iniciativa sustentável da Renner que Fooda a moda com práticas ambientais. O programa nasceu em 2018 e envolve parceria com a Farfarm e a UFMT, buscando algodão cultivado em agroflorestas no Cerrado.
Parcerias e produção
O algodão é cultivado próximo a árvores nativas e frutíferas, em Santo Antônio do Leverger, MT. A Renner financia a estrutura e compra a produção, oferecendo segurança aos agricultores para investir no sistema agroflorestal.
Nos primeiros 4,5 hectares, foram obtidos 514,6 kg de pluma de algodão. O material seguiu para beneficiamento, fiação e tecelagem, resultando em 13 peças femininas e masculinas das marcas Renner e Ashua.
A Farfarm capacitou dezenas de agricultores familiares por meio de visitas e ações voltadas ao algodão regenerativo. O intercâmbio entre ciência e saber local sustentou a expansão do projeto.
Metas e impactos
A Renner busca reduzir 55% das emissões de gases do efeito estufa por peça produzida. Até 2030, pretende usar matérias-primas mais sustentáveis em todas as peças. Em áreas cultivadas, o projeto já sequestrou 18,37 toneladas de CO2 por hectare por ano.
Segundo Eduardo Ferlauto, diretor de sustentabilidade, o projeto demonstra que é possível regenerar territórios, fortalecer comunidades e redesenhar a moda. O foco está na colaboração entre ciência, saber local e indústria.
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