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Sargento do Exército é preso por suspeita de atropelamento de mulher no DF

Sargento do Exército é preso no DF sob suspeita de atropelar mulher, arrastá-la por metros e fugir sem socorro, sob acusação de tentativa de homicídio doloso

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  • Sargento do Exército Guilherme da Silva Oliveira, 22, foi preso no Distrito Federal sob suspeita de atropelar Maria Clara Facundo, 20, em Riacho Fundo na noite de sábado.
  • Maria Clara está internada no hospital Santa Lúcia, em Brasília, e prestou depoimento por vídeo; pai da vítima informou que ela teve bacia quebrada e outros ferimentos.
  • Delegado Johnson Kenedy Monteiro afirmou que o militar correu risco de matar ao dar ré em alta velocidade; uma testemunha disse ter pedido para o carro parar, sem sucesso.
  • O carro, um Volkswagen Gol preto, foi visto fugindo após arrastar a vítima por alguns metros; a polícia aguarda confirmação sobre a relação entre a avaria do veículo e o atropelamento.
  • A prisão ocorreu na noite de segunda-feira, na casa dos pais do suspeito; o Exército abriu processo administrativo e coopera com as investigações, com a necessidade de exames para checar álcool ou drogas no momento do crime.

O sargento do Exército Guilherme da Silva Oliveira, 22, foi preso no Distrito Federal suspeito de atropelar Maria Clara Facundo, 20, na região de Riacho Fundo, na noite do último sábado (25). A prisão foi realizada na segunda-feira (27) e tem como linha de investigação a tentativa de homicídio doloso.

Maria Clara está internada no hospital Santa Lúcia, em Brasília, e prestou depoimento à polícia por meio de videoconferência. O pai da vítima informou que ela apresenta fraturas na bacia e outros ferimentos, e não houve atualização oficial sobre o estado de saúde pela assessoria do hospital.

O delegado responsável, Johnson Kenedy Monteiro, afirma que Oliveira assumiu o risco de matar ao dar ré em alta velocidade enquanto Maria Clara atravessava a rua. Testemunha disse ter pedido que o carro parasse, sem sucesso, e o veículo fugiu após arrastar a vítima por alguns metros.

Detalhes do caso e continuidade das investigações

A imprensa teve acesso a imagens do veículo, um Volkswagen Gol preto, com a traseira amassada, cuja relação com o atropelamento ainda não foi comprovada. O carro foi visto saindo do local, acompanhado de outras quatro pessoas, segundo o material divulgado pela TV Globo.

A prisão ocorreu na residência dos pais do suspeito, sob responsabilidade da prisão militar, em razão de Oliveira ser membro do Exército. O Comando Militar do Planalto informou que abriu processo administrativo para apurar a conduta e que colaborará com as investigações.

A polícia informou que devem ser realizados exames para verificar consumo de álcool ou drogas na noite do crime. O objetivo é esclarecer se houve influência de substâncias na atuação do sargento.

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