- Na madrugada de quarta-feira, três acidentes com motociclistas ocorreram em Belém, no Pará.
- Aline Simões, 38 anos, entregadora por aplicativo, morreu em grave acidente; o motorista envolvido estava embriagado e atingiu quatro carros estacionados.
- Em Breves, no arquipélago do Marajó, um mototaxista ficou ferido após colidir com um pedaço de madeira transportado por um ciclista; a vítima não usava capacete.
- Em Redenção, dois motociclistas se envolveram em acidente em um cruzamento; um dos condutores teria invadido a preferencial.
- Especialistas apontam imprudência, álcool e falta de equipamentos como causas; no Brasil, foram registrados mais de sete milhões e meio de acidentes no último ano, sendo cerca de 1,8 milhão envolvendo motos, levando a ações de abordagem da Polícia Rodoviária Federal.
Na madrugada desta quarta-feira (29), Belém (PA) registrou três acidentes envolvendo motociclistas. O conjunto de ocorrências aumenta a preocupação das autoridades de trânsito.
Uma entregadora por aplicativo morreu em um grave acidente na capital paraense. Identificada como Aline Simões, de 38 anos, a vítima pilotava uma moto quando o motorista, sob efeito de álcool, atingiu quatro carros estacionados.
Em Breves, no arquipélago do Marajó, um mototaxista ficou ferido após colidir com um pedaço de madeira transportado por um ciclista. A vítima não utilizava capacete.
Em Redenção, no sudeste paraense, duas motocicletas colidiram em um cruzamento, e um dos condutores teria invadido a preferencial. Não há confirmação de mortes até o momento.
Especialistas destacam que imprudência, consumo de álcool e falta de Equipamentos de Segurança Pessoais são entre as causas mais comuns de colisões envolvendo motos. As ocorrências locais reforçam esse panorama.
No Brasil, o último ano registrou mais de 7,5 milhões de acidentes de trânsito, com cerca de 1,8 milhão envolvendo motocicletas. Em média, uma parte considerável dos acidentes envolve motos.
A Polícia Rodoviária Federal tem intensificado operações com foco na abordagem de motociclistas para coibir comportamentos de risco e aumentar a fiscalização. As ações visam reduzir a gravidade dos acidentes.
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