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Unisa alerta sobre riscos digitais e como LGPD protege brasileiros

Vazamentos e uso comercial de dados aumentam no Brasil; LGPD surge como principal defesa, mas é necessário que cidadãos protejam CPF, localização e hábitos online

Especialista da Unisa conta que existem riscos invisíveis na era digital e como os cidadãos brasileiros podem se proteger.
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  • A Unisa alerta para riscos digitais no Brasil e reforça que a LGPD protege o cidadão desde 2020.
  • Dados como nome, CPF, localização e hábitos de consumo passaram a ser ativos valiosos, com vazamentos e uso comercial frequentes.
  • Dados sensíveis (saúde, biometria, religião, opinião política, origem racial e vida sexual) exigem cuidado extra por consequências graves.
  • Cookies, apps e redes sociais monitoram comportamento para criar perfis detalhados, alimentando o mercado da atenção.
  • Medidas práticas: revisar permissões de aplicativos, usar autenticação em dois fatores, gerenciar cookies, excluir histórico, manter perfis privados e exigir direitos pela LGPD; procurar o encarregado de dados (DPO) e, se necessário, a ANPD.

Nos últimos anos, vazamentos e golpes digitais cresceram no Brasil. Dados como nome, CPF, localização e hábitos online são cada vez mais valiosos para organizações públicas e privadas. A proteção desse fluxo de informações é tema central da LGPD, vigente desde 2020.

A Unisa — Universidade Santo Amaro — aponta que a privacidade garante autonomia e evita abusos. A advogada Julia Baroli Sadalla, professora de Direito, reforça a necessidade de transparência no uso de dados e alerta para riscos mesmo quando não há intenção de dano.

Casos recentes envolvendo empresas privadas, plataformas globais e grandes bases de dados evidenciam vulnerabilidades. Quando há falha de segurança, a LGPD prevê responsabilização administrativa, civil e, em alguns casos, penal.

Dados sensíveis, como saúde, biometria, religião e opinião política, exigem proteção ainda mais rigorosa. O vazamento desse tipo de informação pode levar a discriminação, constrangimento e danos à reputação.

Cookies, apps e redes sociais monitoram comportamento para construir perfis detalhados. O modelo sustenta o chamado mercado da atenção, onde serviços gratuitos são financiados pela coleta de dados.

Especialistas sugerem medidas simples para reduzir riscos: revisar permissões de aplicativos, ativar autenticação em dois fatores, gerenciar cookies e reduzir o rastreamento. Também é recomendado manter perfis privados e solicitar informações à empresa via LGPD.

Para pedir exclusão de dados, o consumidor deve contatar o encarregado de dados da empresa (DPO) e formalizar o pedido por e-mail. Se não houver resposta, a denúncia pode ser formalizada na ANPD, a autoridade nacional do tema.

A orientação é clara: estar atento, revisar configurações e exigir transparência das empresas. A proteção de dados hoje funciona como ferramenta fundamental para evitar golpes, roubo de identidade e manipulação de informações.

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