- Ação trabalhista de Angélica tramita na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, na 48ª Vara do Trabalho, e tentou-se sigilo de processo sem sucesso.
- Pedido de suspensão do processo até decisão do Supremo Tribunal Federal também foi rejeitado, conforme juiz, já que não há contrato formal entre as partes.
- A defesa de Angélica propôs não avançar o acordo; a parte autora sugeriu R$ 100 mil, com possibilidade de parcelamento, mas o valor não foi aceito.
- O juiz sinalizou uma nova tentativa de conciliação nos mesmos termos, porém não houve acordo.
- A ação foi movida por Jardelson, ex-cuidador do pai da artista, que afirma ter trabalhado cerca de três anos e nove meses sem carteira, recebendo aproximadamente R$ 6.600 mensais, e busca quase R$ 192 mil em direitos trabalhistas.
O caso tramita na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro. Em audiência na 48ª Vara, a defesa de Angélica teve pedidos negados e não houve avanço em um acordo. A informação é de interesse exclusivo do colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia.
A defesa tentou manter o processo em segredo de Justiça, alegando proteção de dados, mas o juiz rejeitou o pedido. Com isso, o processo segue com tramitação pública.
Também houve pleito para suspender a ação até decisão do STF sobre casos similares. A Justiça não acolheu a medida e manteve a continuidade do processo.
O magistrado ressaltou a inexistência de contrato formal entre as partes, o que inviabilizaria a suspensão com base no entendimento alegado pela defesa.
Em momento da audiência, a parte autora apresentou uma proposta de acordo de R$ 100 mil, com possibilidade de parcelamento. A defesa de Angélica não aceitou os termos.
O juiz tentou uma segunda via de conciliação, sugerindo o mesmo modelo de acordo, mas não houve avanço. O caso segue em tramitação na Justiça do Trabalho.
Contexto do processo
A ação foi movida por Jardelson, ex-funcionário que cuidava do pai da artista, sogro de Luciano Huck. O autor busca indenização de R$ 191.674,18.
Segundo os autos, o cuidador atuou por cerca de três anos e nove meses sem registro em carteira, com jornada 12×36 e salário mensal próximo de R$ 6.600. A dispensa ocorreu por mensagem de WhatsApp.
A ação também pede reconhecimento de vínculo, pagamento de férias, 13º salário e FGTS, além de indenizações por danos. O tema ainda não teve decisão final.
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