- A Associação do Orgulho LGBTQIAPN+, liderada por Agripino Magalhães, protocolou denúncia junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington, sobre a suposta participação do pai de Alexandre Nardoni no crime que tirou a vida de Isabella Nardoni.
- A denúncia, fundamentada em depoimento de uma policial penal que acompanhava Anna Carolina Jatobá, sustenta que Antônio Nardoni teria atuado de forma consciente para viabilizar o desfecho do caso.
- Segundo o relato, Isabella ainda apresentava sinais vitais quando foi jogada da janela, e a policial afirma que Anna só ficou calada ao longo dos anos por motivos financeiros ligados a Antônio.
- A denúncia pede medidas cautelares, incluindo a prisão de Antônio para averiguação de crime hediondo, bem como acompanhamento presencial do caso por representantes da organização internacional.
- A peça também questiona a atuação de magistrados paulistas no Conselho Nacional de Justiça, alegando omissão na apuração das informações apresentadas.
O caso de Isabella Nardoni, assassinada em 2008, pode ganhar novo capítulo. Uma denúncia a um órgão internacional foi protocolada para apurar a suposta participação do pai da menina no crime.
A ação foi movida pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+, liderada por Agripino Magalhães, junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington. A denúncia cita depoimento de uma policial penal.
A policial relatou que Anna Carolina Jatobá, atual acusada, afirmou que Antônio Nardoni agiu com ciência para facilitar a construção de um álibi, e que pode ter incentivado o desfecho do caso. Isabella ainda apresentava sinais vitais ao ser jogada pela janela.
Segundo a denunciante, a funcionária também disse que Anna ficou em silêncio ao longo dos anos por depender financeiramente do sogro. A denúncia alega omissão do Judiciário paulista na apuração dessas informações.
A associação já tem histórico de questionamentos sobre magistrados no Conselho Nacional de Justiça e agora reclama atuação da Justiça brasileira em apurar as informações apresentadas. A denúncia pleiteia medidas cautelares.
Entre as medidas, estão pedidos de prisão preventiva de Antônio Nardoni para investigação de possível crime hediondo, e acompanhamento presencial do caso por representantes do órgão internacional. A solicitação ainda requer diligências para esclarecer o envolvimento de terceiros.
A reportagem não conseguiu confirmar de maneira independente as informações descritas pela colunista, e as autoridades não se posicionaram oficialmente sobre o assunto até o momento. A história permanece em desenvolvimento.
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