- Homem de 46 anos foi baleado na cabeça ao intervir em assalto a joalheria no centro de Campinas na última terça-feira, 28.
- Ele passou por cirurgia de cerca de sete horas para remoção da bala e permanece internado; a filha afirma que é um milagre ele estar vivo.
- Segundo Camila Ribeiro, a vítima tinha o osso frontal mais espesso, o que teria desviado o projétil e evitado dano maior ao cérebro.
- A Secretaria da Segurança Pública informou a prisão de dois suspeitos, a operação tenta localizar o terceiro e a defesa deles não foi localizada; veículo foi abandonado e armas, joias e um revólver foram apreendidos.
- O caso foi registrado no 1º distrito policial; a vítima segue sob cuidados médicos e a perícia foi acionada.
Um homem de 46 anos sobreviveu após ser baleado na cabeça durante uma tentativa de assalto a uma joalheria no centro de Campinas, interior de São Paulo, na terça-feira passada. Ele foi atingido quando tentou intervir na ação dos criminosos e foi atropelado pelos envolvidos.
A vítima foi levada ao Hospital Municipal Mário Gatti, onde passou por cirurgia de remoção da bala, com duração de cerca de sete horas. A família diz que médicos consideraram o episódio um milagre, citando o osso frontal espesso como fator que desviou o projétil.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), dois suspeitos, de 20 e 24 anos, foram presos pela Polícia Militar. Um terceiro criminoso continua foragido; a Polícia Civil investiga a identificação do ainda não localizado. A defesa dos detidos não foi localizada.
Avanços da investigação
A SSP informou que arma foi localizada em uma ótica próxima ao local e que o veículo utilizado pela gangue foi abandonado. No interior do carro, foi apreendido material recuperado como celulares, joias e um revólver 38.
Reação da família e perícia
A filha Camila Ribeiro afirmou que o pai segue internado e consciente. Ela relatou que o médico descreveu o caso como milagre, reforçando que o osso frontal espesso teria contribuído para evitar danos mais graves.
Observação médica
A defesa não confirmou detalhes sobre a condição clínica do paciente com a direção do hospital, que informou apenas que ele permanece em recuperação. O neurorradiologista consultado destacou que o crânio não funciona como proteção absoluta contra balas.
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