- Homem de oitenta e um anos, com suspeita de AVC, aguardou setenta e duas horas em corredor da UPA Universitário, em Campo Grande (MS).
- A família denuncia demora no atendimento e na regulação do caso, segundo a filha Edirlene Cirilo de Assis.
- Conforme relato, ele acordou às cinco da manhã, levantou para tomar chimarrão e não conseguiu sentir as pernas; também houve dificuldade na fala.
- A família buscou atendimento médico com urgência assim que percebeu os sintomas.
- A reportagem de Topmídia News traz o relato da demora no serviço.
Carlino Pereira Assis, 81 anos, aguardou 72 horas em atendimento sem maca na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, em Campo Grande (MS). A suspeita é de síndrome cerebrovascular aguda.
A família acionou a UPA após o início dos sintomas. A filha Edirlene Cirilo de Assis relatou dificuldade para andar, com perda de sensibilidade nas pernas, além de fala arrastada, sinais que levaram à busca por atendimento médico com urgência.
Segundo Edirlene, o paciente chegou à unidade com pressão alta, registrada como 22 por 12. A família afirma ter solicitado prioridade no atendimento, destacando que a prioridade de pacientes é um critério médico fundamental em emergências.
A denúncia foi feita pela filha, que revelou a demora na avaliação inicial e na regulação do caso dentro da unidade. O histórico de atendimento citado envolve a UPA Universitário, localizada na capital do estado.
Leia a reportagem completa no Topmídia News, fonte parceira do Metrópoles, que também acompanha o caso.
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